Resenha: O Código da Vinci, de Dan Brown

Oe :p

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O Código Da Vinci

Dan Brown, 423 páginas

Editora Sextante, 2003

            Um assassinato dentro do Museu do Louvre, Paris, traz à tona uma sinistra conspiração para revelar um segredo que foi protegido por uma sociedade secreta desde os tempos de Jesus Cristo. A vítima é o respeitado curador do museu, Jacques Saunière, um dos líderes dessa antiga fraternidade, o Priorado de Sião, que já teve como membros Leonardo da Vinci, Victor Hugo e Isaac Newton.

Momentos antes de morrer, Saunière consegue deixar uma mensagem cifrada na cena do crime que apenas sua neta, a criptógrafa francesa Sophie Neveu, e Robert Langdon, um famoso professor de Simbologia Religiosa de Harvard, podem desvendar.

Os dois transformam-se em suspeitos e em detetives enquanto percorrem as ruas de Paris e de Londres tentando decifrar um intrincado quebra-cabeça que pode lhes revelar um segredo milenar que envolve a Igreja Católica.

Apenas alguns passos à frente das autoridades e do perigoso assassino, Sophie e Robert vão à procura de pistas ocultas nas obras de Da Vinci e se debruçam sobre alguns dos maiores mistérios da cultura ocidental – da natureza do sorriso da Mona Lisa ao significado do Santo Graal.

O que falar primeiro do livro? Ha, já sei!Vamos começar com um elogio. POXA VIDA DAN BROWN, VOCÊ É UM VERDADEIRO ALQUIMISTA DE ELEMENTOS!

Sério. O ritmo do livro mistura à escrita linda e rica de detalhes do Dan Brown se misturam, formando uma verdadeira dança de combinações, mistérios e suspense, que te prende completamente ate o final do livro!

Um jeito mais técnico de explicar isso: No começo não acontece nada, mas acontece muita coisa. No meio acontece realmente o que nós esperávamos, mas acontece ainda mais coisas que se fundem ao começo, e o final é IMPRESSIONANTE. Realmente, é impossível vocês esperar aquele final. É o final meio óbvio até, mas é impressionante.

E quando eu digo “final”, eu digo do último capítulo, pois ainda tem o prólogo. O prólogo não é tão bom quanto o final, mas é bom mesmo. Eu acho que ele foi pedido pelo editor ou por alguém que não seja o Dan Brown, pois acho que ficou meio artificial e a história poderia ter acabado sem ele. Mas por outro ponto, ele também é imprevisível e óbvio, mas nesses dois “óbvios” que eu dei até agora, eram óbvios que você não esperava.

Ah, e pode ler ele sem ter lido Anjos & Demônios, de boa. Não tem spoilers.

E quanto ao livro em si? A capa é super legal, eu adorei ela. E durante várias vezes vemos o Homem Vitruviano. Na capa, na capa de trás e na contra-capa. Os são de meio de página.

Preciso dizer algo? Amei o livro!

Peraê, vai fechar o guia porque? Não acabou ainda não, quero falar de duas coisinhas antes

 

~~Versão Ilustrada~~

 Lançou uma versão ilustrada desse livro! Ela contém mais de 150 imagens dos locais, esculturas, pinturas etc… EU AINDA VOU TER E LEEER!

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~~POLÊMICA~~

OBS: Contem spoilers essa parte. Por isso coloquei por último.

 Qual é a polêmica que envolve o livro? A polêmica é a seguinte: A partir da metade do livro, a Divindade de Jesus Cristo é duvidada e alguns personagens fazem comentários hereges.

HEREGE: Algo ou alguém que professa uma heresia ou pratica doutrinas contrárias aos dogmas concebidos pela igreja. (Para algo mais culto: Alguém que diz ou pratica coisas contrárias aos ensinamentos da Igreja [Católica])

 

Antes, vamos ver como é dito isso.

Sophie e Langdon estão no gabinete de um colega de Langdon, Sir Leigh Teabing, historiador do Graal.

OBS: Isso vai ficar grande.

 

-E o Sangreal (Santo Graal) é minha amante favorita.

“O Santo Graal é uma mulher”, pensou Sophie.

-Disse te rum quadro que mostra essa mulher que alega ser o Santo Graal.

-Sim, mas não sou eu quem alega que ela é o Santo Graal. O próprio Cristo alega isso.

-Qual delas é a pintura?

-Hummmmm… – Teabing fingiu ter esquecido. – O Santo Graal. O Sangreal. O Cálice. – (…) Dela pendia uma gravura de dois metros d’A Última Ceia, (…) – Ali está ela!

(…)

-Acontece que o Santo Graal realmente apareceu na Última Ceia. Leonardo incluiu-o como destaque.

-Alto lá – Disse Sophie – Disse que o Santo Graal é uma mulher. Na Última Ceia, só aparece 13 homens.

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(…)

(…) -E esse aí sentado no lugar de honra, à direita do Senhor?

Sophie examinou a figura à direita de Jesus, concentrando-se nela. Olhando o rosto e o corpo da pessoa com atenção, uma onda de espanto a percorreu. Aquela pessoa tinha longos cabelos ruivos ondulados, delicadas mãos entrelaçadas e o peito era levemente arrendondado (…) . Era sem dúvida… feminina.

(…)

-Um outro motivo para você ter deixado de ver a mulher – disse Teabing – é que muitas fotos de livros de artes foram tiradas antes de 1954, quando os, quando os detalhes ainda estavam ocultos sob camadas de sujeira e várias tentativas de restauração feitas por mão impróprias no século XVIII. Agora, por fim, o afresco já foi reduzido à camada de tinta original de Da Vinci.

(…)

-Essa, minha cara – respondeu Teabing -, é Maria Madalena.

 

 

Esse foi apenas o começo. Tem muita coisa. Mas isso é a polêmica. Eles duvidarma, e falaram ate´que Jesus tinha descendência. Eu realmente não quero me aprofundar no assunto. Quem quiser, pode pedir nos comentários para eu da ruma explicadinha melhor. Isso foi só para vocês terem uma ideia.

 

—————————————————–

 

Bye gentee!

 

 

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