Resenha: Cidades de Papel, de John Green

Olááá! Cadê resenha de O Símbolo Perdido, cadêê? Bem, no meio do caminho de eu terminar o livro surgiu algo chamado Cidades de Papel, então eu caí… Isso era para ser as Primeiras Impressões, mas antes de eu escrever, eu terminei de ler, então…

 

CidadesDePapel

Cidades de Papel

De John Green, 361 págs

Editora Intrínseca, 2008/2013

     Na minha opinião, todo mundo tem seu milagre. Por exemplo, muito provavelmente eu nunca vou ser atingido por raio, nem ganhar um Prêmio Nobel nem ter um câncer terminal de ouvido. Mas, se você levar em conta todos os eventos improváveis, é possível que pelo menos um deles vá acontecer a cada um de nós. Eu poderia ter presenciado uma chuva de sapos. Poderia ter me casado com a Rainha da Inglaterra ou ter sobrevivido meses à deriva no mar. Mas meu milagre foi o seguinte: de todas as casas em todos os condados da Flórida, eu era vizinho de Margo Roth Spiegelman

O adolescente Quentin Jacobsen tem uma paixão platônica pela magnífica vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman. Até que em um cinco de maior que poderia ter sido outro dia qualquer, ela invade sua pela janela de seu quarto, com a cara pintada de preto e vestida de ninja, convocando-o a fazer parte de um engenhoso plano de vingança. E ele, é claro, aceita.

Assim que a noite de aventuras acaba e um novo dia se inicia, Q vai para a escola e então descobre que o paradeiro da sempre enigmática Margo tornou-se um mistério. No entanto, ele logo encontra pistas e começa a segui-las. Impelido em direção a um caminho tortuoso, quanto mais Q se aproxima de Margo, mais se distancia da imagem da garota que ele pensava conhecer.

 

Os livros do John Green sempre nos ensinam uma lição. ACÉDE, por exemplo, nos ensina que o mundo não é uma fábrica de realização de desejos, e que é melhor viver o melhor de nossas vidas hoje. Essa é apenas uma das lições.

No caso de Cidades de Papel, não é diferente. Com a sinopse, sabemos do que se trata um pouco, mas, assim que lemos o livro, descobrimos o que a verdadeira lição, como sempre, é uma metáfora: as pessoas são espelhos. Você diz que conhece alguém, mas a personalidade dessa pessoa só é um espelho da sua personalidade, que ao mesmo tempo também é um reflexo. Isso pode deixar confuso, mas se você parar para pensar, é a mais pura verdade.

Quanto à história, me surpreendi de fato. Antes de ler, tive um medo mínimo de acabar esperando algo muito A Culpa É Das Estrelas, mas em meio à isso, acabou que… eu me impressionei muito com o livro. Sério mesmo, eu não espera muita coisa desse livro, mas eu não consegui ter a capacidade tatular (essa palavra existe? Se não, é em ref. de “tato”, sentido de “sentir” ) de larga esse livro. Bem, minha mãe relama que eu fico no computador e que eu lei ono quarto, então, para eu acabar com a anti-socialidade com a minha família nos finais de semana, eu fui ler na sala, com todo mundo lá. Quem disse que eu parei de ler? Era simplesmente magnífico.

O livro é dividido em 3 partes: Os Fios, A Relva e O Navio.

Eu tinha feito a promessa: não leia até acabar de ler O Símbolo Perdido (Dan Brown), mas eu não resisti. Quando o livro chegou com a embalagem do Submarino, toda bem feita, eu fiquei muuuuuuuuito feliz!

Sabe de algo, eu me identifiquei muito com a Margo, mais do que me identifiquei com a Reyna, de Heróis do Olimpo (só me identifico com mulheres… por que será? ;-; ) . A Margo estava cansada de tudo aquilo que deixava ela chateado, ela só queria fugir da mesmisse idiota de sempre, e pelo que percebi, ela não queria a ignorância para aturar aquilo, igualmente como eu.

E, por falar em identificação, eu achei a construção dos personagens muito boa! Nem sei o que falar!

E não, o livro é perfeito, sem dúvidas, e ele não ganha de A Culpa É Das Estrelas.

Quanto à parte física, a capa é linda. Em ACÉDE, as letras são em Giz. Aqui, as letras são em caneta permanente. Eles colocaram a folha de guarda preta, como eu gosto (por causa de Coração de Tinta. É que lá, o Mo fala que a folha de guarda é como a cortina de um teatro, que se abre no começo e se fecha no começo.

 

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