Resenha: O Lado Bom Da Vida, de Matthew Quick

Olá gente!

batalha de capas o ladoO Lado Bom Da Vida,

de Matthew Quick,  254 pág

Editora Intrínseca, 2012

Pat Peoples, um ex-professor de história na casa dos 30 anos, acaba de sair de uma instituição psiquiátrica. Convencido de que passou apenas alguns meses naquele “lugar ruim”, Pat não se lembra do que o fez ir para lá. O que sabe é que Nikki, sua esposa, quis que ficassem um “tempo separados”.
Tentando recompor o quebra-cabeças de sua memória, agora repleta de lapsos, ele ainda precisa enfrentar uma realidade que não parece muito promissora. Com seu pai se recusando a falar com ele, sua esposa negando-se a aceitar revê-lo e seus amigos evitando comentar o que aconteceu antes de sua internação, Pat, agora um viciado em exercícios físicos, está determinado a reorganizar as coisas e reconquistar sua mulher, porque acredita em finais felizes e no lado bom da vida.
À medida que seu passado aos poucos ressurge em sua memória, Pat começa a entender que “é melhor ser gentil que ter razão” e faz dessa convicção sua meta. Tendo a seu lado o excêntrico (mas competente) psiquiatra Dr. Patel e Tiffany, a irmã viúva de seu melhor amigo, Pat descobrirá que nem todos os finais são felizes, mas que sempre vale a pena tentar mais uma vez.
Um livro comovente sobre um homem que acredita na felicidade, no amor e na esperança.

O filme que ganhou o Oscar (quem ganhou foi a Jennifer Lawrence) tem um livro!

O livro é aquele tipico que livro de divisão: Ou as pessoas amam, ou as pessoas odeiam. Eu, particulamente, fiquei no meio.

Não é um livro que você vai amar de coração, mas você também não vai odiar. Eu achei os personagens bem construídos,e é possível ter uma empatia com o livro. Ás vezes, é um pouquinho difícil de largar.

Sobre o personagem principal, o Pat Peoples, ele é muitíssimo infantil. Isso é muito chato no decorrer do livro, e eu acho que a infantilidade dele passou dos limites. Quero dizer, por mais que o autor realmente queria ter feito o Pat infantil, ele exagerou muito nesse quesito.

Outro ponto do livro é a presença do futebol. Futebol americano toma conta de 95% da história. Apesar de ser muito chato, ele tem um importância gigantesca na história. Isso me decepciona, mas não posso fazer nada.

A edição está legão, e eu só encontrei poucos errinhos de português.

Até a próxima!

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