Resenha: A Menina Que Roubava Livros, de Markus Suzak

Olá pessoas!

 

url   A Menina Que Roubava Livros,

de Markus Zusak, 478 pág.

Editora Intrínseca, 2006

Quando a Morte conta uma história, você deve parar para ler.

Entre 1939 e 1943, Liesel Meminger encontrou a Morte três vezes. E saiu suficientemente viva das três ocasiões para que a própria, de tão impressionada, decidisse nos contar sua história, em “A Menina que Roubava Livros”, livro há mais de um ano na lista dos mais vendidos do “The New York Times”.
Desde o início da vida de Liesel na rua Himmel, numa área pobre de Molching, cidade desenxabida próxima a Munique, ela precisou achar formas de se convencer do sentido da sua existência. Horas depois de ver seu irmão morrer no colo da mãe, a menina foi largada para sempre aos cuidados de Hans e Rosa Hubermann, um pintor desempregado e uma dona de casa rabugenta. Ao entrar na nova casa, trazia escondido na mala um livro, “O Manual do Coveiro”. Num momento de distração, o rapaz que enterrara seu irmão o deixara cair na neve. Foi o primeiro de vários livros que Liesel roubaria ao longo dos quatro anos seguintes.
E foram estes livros que nortearam a vida de Liesel naquele tempo, quando a Alemanha era transformada diariamente pela guerra, dando trabalho dobrado à Morte. O gosto de rouba-los deu à menina uma alcunha e uma ocupação; a sede de conhecimento deu-lhe um propósito. E as palavras que Liesel encontrou em suas páginas e destacou delas seriam mais tarde aplicadas ao contexto a sua própria vida, sempre com a assistência de Hans, acordeonista amador e amável, e Max Vanderburg, o judeu do porão, o amigo quase invisível de quem ela prometera jamais falar.
Há outros personagens fundamentais na história de Liesel, como Rudy Steiner, seu melhor amigo e o namorado que ela nunca teve, ou a mulher do prefeito, sua melhor amiga que ela demorou a perceber como tal. Mas só quem está ao seu lado sempre e testemunha a dor e a poesia da época em que Liesel Meminger teve sua vida salva diariamente pelas palavras, é a nossa narradora. Um dia todos irão conhece-la. Mas ter a sua história contada por ela é para poucos. Tem que valer a pena.

  Eu disse que amei o livro. Eu não poderia estar mais certo.

As primeiras páginas são chatinhas, sim. Mas se você abandonou o livro por causa disso, VOLTE À LEITURA IMEDIATAMENTE! O livro vale a penas, por mais que algumas partes sejam realmente chatas.

A história da Liesel é emocionante, e você sente como é estar vivendo na Alemanha nazista, sabe como era difícil ser criança, principalmente uma criança que sabe o poder das palavras.

O livro é de emoções. Tem raiva, piedade, e… choro. Esse foi o primeiro livro que eu chorei verdadeiramente. Tipo, no máximo, eu ficava com os olhos marejados, mas nesse eu chorei de verdade e… bem, eu vou parar por aqui se não vou chorar novamente. Não vai ser legal.

Em alguns pontos, a Morte, a narradora da história, mostras como é ser a Morte. Eu adomei (AEHUEHEUEHEUE :v ) isso.

Eu simplesmente não consigo ter palavras sobre o livro. Eu tenho medo dessa resenha sair ruim, e quem ler não querer ler o livro. Mas pessoal, entendam, as minhas emoções sobre esse livro são enormes, e eu não consigo falar o quão é magnificamente incrível esse livro.

Sobre o personagem, você se apaixona totalmente por eles. O Hans e o Rudy, principalmente. Mas o Hans tem o seu jeitinho especial, que você deseja que tenha alguém como ele na família ou no seu círculo de amigos. E o Rudy é o melhor amigo da Liesel, e uma típica criança com o desejo de revolução. É muito fácil se apaixonar por todos eles.

Tá procurando algo para saber mais sobre a Segunda Guerra Mundial? Caso você não tenha estudado nada sobre isso, o livro é uma boa. Caso já, você não vai ver muito ou nada novo. O livro “acaba” no “começo” dos Campos de Concentração. (é certo falar assim?) .

Edição, revisão e etc, tá tudo bem, tudo ótimo!

 

E vai sair vídeo! E adivinha em que dia? NO MEU ANIVERSÁRIO! Siiim

E é claro que eu vou assistir!

 

Dá uma conferida no trailer! 🙂

 

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