Crítica: Operação Big Hero/Big Hero 6

“Mas, as críticas de cinema não seriam apenas de filmes baseados em livros?”

1)Big Hero 6 é inspirado em um quadrinho da Marvel

2)O blog é meu e eu faço o que eu quiser

Primeiro post “sério” de 2015 \o/ Recesso do blog acabou, então bora trabalhar, né, Lucena?

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Operação Big Hero

Direção: Don Hall

Dublagem: Robson Kumode (Hiro Hamada), Felipe Grinnan (Tadashi Hamada), Márcio Araújo (Baymax), Marcos Mion (Fred Zilla), Kéfera Buchmann (GoGo Tomago), Fiorella Mattheis (Honey Lemon), Robson Nunes (Wasabi No-Ginger)

Cidade de San Fransokyo, Estados Unidos. Hiro Hamada é um garoto prodígio que, aos 13 anos, criou um poderoso robô para participar de lutas clandestinas, onde tenta ganhar um bom dinheiro. Seu irmão, Tadashi, deseja atraí-lo para algo mais útil e resolve levá-lo até o laboratório onde trabalha, que está repleto de invenções. Hiro conhece os amigos de Tadashi e logo se interessa em estudar ali. Para tanto ele precisa fazer a apresentação de uma grande invenção, de forma a convencer o professor Callahan a matriculá-lo. Entretanto, as coisas não saem como ele imaginava e Hiro, deprimido, encontra auxílio inesperado através do robô inflável Baymax, criado pelo irmão.

Algo que ja me pegou de primeiro foi a grande utilização dos cenários. Além de ter diversos cenários diferentes, eles realmente deram a impressão do filme se passar numa cidade megalópole, pois as cenas noturnas tinham aquelas luzes coloridas super conhecidas das cidades, e as cenas diurnas continham diversos aspectos urbanos, como carros, comércio, farol, faixas de pedestre, delegacia, assim, formando uma identificação ainda maior com o espector, além de ser um grande passa da Disney, pois até hoje eu só consigo contar um filme deles que seja o cenário seja mais “recente”. (filmes das Disney, ignorando os da Pixar) Tudo só ficou mais lindo com a adição do 3D.

Eu também estou tremendamente apaixonado pela trilha sonora! A música carro-chefe da soundtrack, Immortals, interpretada pela banda Fall Out Boy, é simplesmente incrível (para não dizer outra palavra. Mas essa outra palavra é tudo que eu gostaria de dizer) e resgata algo que eu acredito que a Disney quis trazer: aquele sentimento de ação a todo momento com poderes e adrenalina que atinge em cheio o espectador, e eles conseguiram fazer isso com Immortals! A música é viciante e é impossível não se arrepiar e sentir vontade de levantar e dançar/ter poderes e ir combater o mal. E casando com a música, as cenas de ação ficaram indescritíveis. Apenas em uma cena toca Immortals, e não é de ação, mas quem disse que foi necessário a adição de música? Cenas de ação bem superiores para uma animação, que é um ramo que, por mais que esteja grande, ainda está crescendo. Além de passar a ação de adrenalina, os efeitos deixaram elas lindas!

(Não é nenhuma novidade a trilha sonora estar impecável. Disney é Disney em trilha sonora gente, por favor)

O filme tem bastante lições de moral. Isso se deve ao fato do Baymax (que aliás, é A COISA MAIS FOFA DE FILMES DESTE ANO. Tá, Frozen lançou no Brasil esse ano, mas continua sendo do ano passado. Mas eu quero um filme com os dois juntos) ser um robô-médico, então tem as adições de lições de moral de saúde (felicidade dos pais que levaram os filhos pequenos) mais as lições de moral da própria trama. E falando em trama, algo que me incomodou bastante foi o fato de que não existem subtramas. Existia apenas duas, mas uma delas acabou se tornando a trama central e outra foi tratada apenas nos primeiros minutos e nos últimos minutos do filme, sendo facilmente resolvida e ignorada durante o resto. Isso incomodou, pois fez o filme passar rápido demais, por mais que isso seja “desculpado” pelo fato do título do filme aparecer apenas no final.

“Nossa, mas o que isso tem de tããão importante?” Bem, acabei descobrindo quando fui assistir O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos o quanto isso é importante. Bem, não é nenhum spoiler que chegam a matar o Smaug logo no começo do filme, mas o título em si só aparece após a morte dele. E isso foi super importante, mostrando que o filme não era sobre a morte do Smaug, mas sim, sobre a tal da Batalha dos Cinco Exércitos. A parte que o título aparece no filme é essencial para mostrar sobre o que o filme se trata, e o fato do título aparecer no final mostra algo: que esse filme foi apenas um prólogo. Então, juntando ele ser apenas um prólogo com a grande bilheteria e sucesso de crítica que ele foi, é quase certeza que teremos uma continuação dele nos próximos anos!

Eu vi ele dublado, e muita gente reclamou da escolha de dois dubladores: Kéfera Buchmann e Marcos Mion. Bem, quanto a Kéfera, ela é uma atriz formada (tem DRT) e, por isso, a probabilidade dela não faz besteira com dublagem é menor, e felizmente ela fez bem. A dublagem ficou ótima. (tapa na cara das inimigas. Brincadeira) Quanto ao Marcos Mion, digo o mesmo. Quanto aos outros, não tem nem o que falar. Dublagem excepcional! E o legal foi que eles se lembraram dos dubladores nos créditos, e é sempre muito bom se lembrar do trabalho desses profissionais.

 

E é isso! Operação Big Hero não chegou a cumprir cem por cento todas as expectativas que eu criei sobre ele, mas, eu acredito que esse pouco que o que faltou logo virá! E sim, eu estou ansiosíssimo para ler os quadrinhos, alguém sabe se eles já lançaram no Brasil?

Até a próxima o/

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