(Especial Oscar) A”A Teoria de Tudo” é mais Jane do que Stephen

Desculpa a demora, mas meu computador ficou indo e voltando a semana inteira, além de que hoje (quando ele voltou de verdade) eu tive um workshop. Mas o importante é que eu postei :p

Melhor Filme (Indicado)

Melhor Diretor (indicado)

Melhor Roteiro Adaptado (indicado)

Melhor Ator (Eddie Redmayne) (indicado e vencedor)

Melhor Atriz (Felicity Jones) (indicado)

Melhor Trilha-Sonora (indicado

 

download A Teoria de Tudo (The Theory of Everything)

direção por James Marsh, roteiro por Anthony McCarten

Elenco: Felicity Jones (Jane Hawking) Eddie Redmayne (Stephen Hawking), Tom Prior (Professor Hawking), Harry Lloyd (Brian), Chalie Cox (Jonathan)

Baseado na biografia de Stephen Hawking, o filme mostra como o jovem astrofísico (Eddie Redmayne) fez descobertas importantes sobre o tempo, além de retratar o seu romance com a aluna de Cambridge Jane Wide (Felicity Jones) e a descoberta de uma doença motora degenerativa quando tinha apenas 21 anos.

 

Vou começar falando, da melhor coisa do filme inteiro: a Felicity Jones. Ela estava maravilhosa, merecia totalmente o Oscar. Ela conseguiu roubar a cena em todos os momentos em que ela parecia, além da atuação dela ter feito o espectador sentir na pele perfeitamente o que a personagem estava sentindo. Fiquei um dia inteiro pensando no quanto ela estava incrível e impecável

O Eddie Redmayne também estava incrível, mas foi facilmente ofuscado pela Felicity. Sim, ele deu uma cara perfeita ao Stephen, mas não achei o suficiente para todo esse alvoroço em volta dele, justamente por ele não ter conseguido fazer um trabalho melhor que a de sua parceira. Aliás, o elenco inteiro está ótimo (acho que eu vi o professor Lupin).

A direção de arte também ficou muito boa. Sempre que a personagem da Felicity tinha um momento que ia definir alguma coisa no futuro , a cena ficava completamente azul ou tinha vários elementos em azul. Foi meio que uma “rebelião” á linguagem das cores, já que azul significa reflexão, e essas decisões geralmente eram sem pensar.

O roteiro é emocionante, alternando bastante entre momentos mais focados no Stephen e em momentos focados na Jane. Infelizmente não sei se ele ficou fiel ao livro ou não. Aliás, a trilha sonora está ótima, muito bem montada.

O filme só tem duas horas, e do jeito que ele estava, ele poderia ter facilmente meia hora a mais, em vista que as coisas aconteciam muito rápido. Principalmente pelo fato dos filhos deles simplesmente sumiram da metade para o final, como se o filme estivesse numa pressa irreparável para terminar, e isso super danificou a experiência.

O filme, afinal, conta que se as coisas não vão certo, não significa que você tem que se prender á ela por obrigação. Como dizem, sempre existe o tentativa – erro – tentativa – erro e um loop disso umas 15 vezes. Mas isso não significa que devemos odiar os erros já cometidos. Ele também nos ensina que devemos nos superar, e para contornar todos os obstáculos. Mas, também, a aproveitar o que nos faz bem, e sempre a pensar um pouco mais no próximo.

 

É isso! Com certeza, um dos melhores filmes do ano passado. Recomendo á todos que queiram derramar algumas lágrimas!

Até mais o/

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s