Resenha: Como Falar Com Um Viúvo, de Jonathan Trooper

Olá! Bem, há algumas semanas, teve a Black Night, e como eu sou do tipo que aproveita promoções, obviamente eu comprei dois livros! No caso, foram esse e Homem-Máquina, (que estou lendo)

download (1) Como Falar Com Um Viúvo

de Jonathan Trooper, 2007

Editora Arqueiro, 271 págs

ISBN: 9 788599 296622

Doug Parker não foi um aluno brilhante, não conseguiu entrar para nenhuma universidade de prestígio e era demitido dos empregos de redator com relativa frequência. Enfim, não levava nada muito a sério até conhecer Hailey, bonita, inteligente e cerca de 10 anos mais velha que ele.

Quando os dois se casam, Doug deixa para trás a descompromissada vida de solteiro e se dedica a esse amor, acreditando finalmente ter encontrado seu rumo. Mas, dois anos depois, Hailey morre em um acidente de avião e tudo perde o sentido.

Tentando lidar com o luto, Doug passa a escrever uma coluna chamada “Como falar com um viúvo”, em que desabafa sua dor, relata a dificuldade de expressar seus sentimentos e se lembra da esposa de maneira sincera e cativante. A coluna se torna um grande sucesso – algo com que ele sempre sonhou – só que, infelizmente, no momento errado.

Em meio a seu drama, Doug se vê às voltas com o enteado rebelde e a irmã gêmea que se mudou para sua casa decidida a fazê-lo voltar a se relacionar com outras mulheres. E então nada mais é como antes: sua vida passa a se desenrolar em uma divertida sucessão de encontros desventurados e insólitas confusões familiares.

Entre tropeços, atropelos e as mais loucas situações, Doug começa a tocar sua vida, ainda que não saiba muito bem para onde. Afinal, muitas vezes o melhor a fazer é seguir em frente.

Logo que começamos o livro, nós já temos ideia do que ele é: um livro simplesmente feito para causar diversão. Temos momentos cômico, sejam de diálogos ou de ironia do Doug, temos momentos trágicos. O livro nos diverte do começo ao fim, e esse é o único propósito dele.

É claro, existem diversas cenas que se o livro fosse mais focado nelas, o livro poderia virar aqueles livros de conflitos familiares de mais de 500 páginas. Mas não vira. Além de momentos muito bons, a escrita do autor também é boa, e eu quase deixei escapar uma lágrima durante certa cena.

Como estou falando á três parágrafos, o livro diverte de diversas maneiras. Seja das confusões familiares, sejam das ironias da vida do Doug, seja dos conflitos amorosos. O livro, em momento algum deve ser levado á sério. Por mais que, confidencio eu, ficaria muito melhor se ele se concentrasse mais nos conflitos familiares do que nos amorosos.

A capa é linda, e admito que só comprei por ela. (e pelo preço. R$1,80! Uma pechincha!) A Sextante fez um bom trabalho em edição, revisão, diagramação e capa.

 

Até a próxima!

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