PEDA #30 – O Adeus & IMAGINE DRAGONS: SOBRE EU ME SENTIR UM DOS FÃS MAIS SORTUDOS DO MUNDO NO MOMENTO… PT. 2

E ACABOOOOOOOU.

Infelizmente, acabou o mês de abril, acabou o PEDA. Admito que suei e sofri bastante para fazer esse projeto possível, e no final deu tudo certo! Só atrasei um dia, algo que eu considero bom para uma primeira tentativa!

E abril foi um mês maravilhoso para mim. Vou contar outro “melhor dia da minha vida” logo abaixo.

 

Sexta-feira, 17 de abril. Eu estava cansado da viagem do Rio, psicologicamente mega feliz e morto, no sentido de gíria. Navegava tranquilamente na internet quando meu amigo, Janson, que iria ao show da Imagine Dragons no dia seguinte, me mandou uma mensagem perguntando se eu tinha carteirinha de estudante. Achei a pergunta estranha, mas afirmei. E então, leio a frase que fez meu cérebro explodir:

“Vou te dar meu ingresso, não poderei ir ao show”

Obviamente, fiquei triste por ele. Poxa, na véspera você não vai poder ir no show da sua banda favorita?

Mas também fiquei radiante. Eu simplesmente não acreditava naquilo, que minhas orações deram certo e eu iria ao show do Imagine Dragons, mesmo já tendo ido lá no Caldeirão do Huck.

Então, sete horas da manhã de sábado, 18 de abril, estava eu lá, na fila, tendo acabado de comprar uma camiseta da banda com um vendedor ambulante. Foi a primeira fila que tive de enfrentar na vida, e gente, amei! Fiz amizade com muita gente legal, abusei um pouco da loucura (uma das pessoas que eu fiz amizade na fila comprou uma Coca-Cola que veio com o nome “Mateus”, eu simplesmente pedi para eles guardarem meu lugar e eu sai pela fila gritando “ALGUÉM AÍ SE CHAMA MATEUS? EU ACHEI SUA LATINHA. E o legal é que eu achei um Mateus depois, ai eu dei a latinha para ele) e joguei bastante comida fora na hora de passar dos portões, mas valeu a pena!

Após horas de sofrimento na grade, entrou o DJ Gabriel Boni, que foi a abertura do show. Admito que não foi a escolha mais sábia, pois é difícil uma platéia que vai ver um show de indie rock curtir um DJ, por mais que ele tenha tocado We Will Rock You e Summertime Sadness, que foram ótimos aquecimentos. Mas, tirando isso, não deu para curtir o show. Desculpa, Boni, mas não é que você é ruim, mas é que você não faz o nosso estilo mesmo.

E então, eles entraram, e a minha afirmação de que é possível desmaiar ao ver o ídolo se confirma novamente. E céus, que show INCRÍVEL. Além das músicas, as luzes do palco formavam um show á parte. Logo na primeira música eu estava rouco e suado de tanto cantar e pular. Fui 1h40 de puro amor, felicidade, choro e tudo de bom. O Dan se emocionou diversas vezes durante o show. Era impossível não chorar em Dream, fazer bate-cabeça em I’m So Sorry, pular em On Top Of The World, morrer de nostalgia em Radioactive e Forever Young e cantar mais alto que as caixas de som em I Bet My Life. Era impossível não se sentir vivo, não se sentir parte de uma única rede, um único pensamento, uma única família. Ainda não li As Vantagens de Ser Invisível, mas eu juro, naquele momento, todos nós éramos infinitos.

O dia seguinte foi uma depressão e felicidade tremenda, querendo voltar 24h para sentir aquilo tudo de novo. Mas valeu a pena.

É isso, Aprendizes. E o PEDA se encerra aqui, e junto, um dos melhores meses da minha vida.

Até a próxima o/

 

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