Desculpas, TBR e #MLI2015…

Desculpa mesmo, gente.

Minha mãe jurava que na casa da minha avó tinha Wi-Fi. Pois bem, o aparelho não tinha chegado. Consegui internet na casa do meu tio, mas saia o dia inteiro e viajei bastante, então eu realmente não tive como postar nada. Sinto muitíssimo mesmo 😦

MAAAAAAS, em compensação, por eu ter ficado mais tempo em um carro do que na minha vida inteira, CONSEGUI PRATICAMENTE FINALIZAR MINHA MARATONA DE INVERNO.

Esqueci de levar para a viagem 3 livros, mas levei outros dois que não estavam na TBR.

Semanas concluídas: Segunda (A Noite Dos Mortos Vivos, O Retorno dos Mortos Vivos, Psicose, Os Goonies). Quase concluí a primeira (li Brisingr e Roverandom), só faltando um livro (O Cálice de Fogo).

Leitura atual: Olhai Os Lírios do Campo.

Livros para acabar minha TBR: O Cálice de Fogo.

Livros que li fora da TBR: A Vez da Minha Vida e Os 13 Porquês.

 

Eu to bem feliz pois eu praticameente não flopei, uhuuuuul! Já aviso que vai sair a resenha de A Playlist de Hayden na terça, prova de 10 Coisas Que Aprendi Com o Amor na quinta e crítica de Cidades de Papel (filme) no sábado. Depois, as resenhas da maratona vão saindo com a hashtag #MLI2015 ^^

 

Até mais o/

Avisos

Olá! Tudo bem?

 

Passando aqui para avisar que, até a primeira semana de agosto, estarei de viagem ao interior de SP/Nordeste. As resenhas provavelmente continuarão, mas provavelmente eu não vou conseguir fazer muitas críticas. Talvez a de Cidades de Papel até saia…

Enfim, não se assustem se eu sumir repentinamente. Até mais e boas férias a todos (que tiverem férias)! o/

Resenha| City of Thieves, de Daniel Benioff

E EU LI MEU PRIMEIRO LIVRO EM INGLÊS! EU TÔ MUITO ORGULHOSO DE EU MESMO.

Obrigado blog Sem Serifa (quem acompanha o AP sabe que eu AMO esse blog!) por ter feito o sorteio e eu ter ganhado!

Aliás, oi gente! Tudo bem? Já leram algum livro em inglês? Conta pra mim a experiência nos comentários!

capacity City of Thives

de Daniv Benioff, 2009

A Plume Books, 258 páginas

 Um jovem escritor, convidado para escrever um ensaio autobiográfico, decide trocar o relato de sua própria vida, “intensamente maçante”, pela história do avô, que combateu os alemães durante o cerco a Leningrado, na Segunda Guerra Mundial.
Relutante, o avô aceita contar, pela primeira vez, o que ocorreu naqueles dias: uma odisséia de dois jovens determinados a sobreviver a todo custo, em meio ao frio, à fome, à loucura dos oficiais russos e ao perigo iminente do Exército alemão.
Lev Beniov, protagonista deste romance que tem como pano de fundo eventos marcantes da História contemporânea, é um jovem tímido e solitário. Preso pelos russos por não respeitar o toque de recolher, acaba dividindo a cela com Kolya, um rapaz carismático, acusado de abandonar a frente de batalha. Para que não sejam executados, os dois recebem de um coronel uma missão aparentemente impossível: encontrar, na cidade gelada e sem alimentos, uma dúzia de ovos para que a filha do oficial tenha um bolo de casamento decente.
Esse é o início de uma jornada às mais perigosas zonas de guerra – povoadas por canibais, prostitutas, crianças esfomeadas e implacáveis nazistas -, mas que os leva a conhecer o valor da verdadeira amizade e, no caso de Lev, à descoberta do primeiro amor.

(sinopse da edição em português)

Como foi meu primeiro livro em inglês, eu quero falar rapidinho como foi a experiência, já que esse não é o foco da resenha: num resultado final, entendi uns 75% do livro. Admito que o começo foi mais fácil, e conforme o livro ia avançando, as palavras desconhecidas aumentavam. Eu usei algumas vezes a técnica de “descobrir o significado pelo contexto”, mas não foi sempre que funcionou. Mesmo tendo parágrafos em que eu não entendia quase nada, o que eu conseguia entender era o suficiente para saber o que estava acontecendo. Mas gostei de ler em outro idioma, mas algumas horas realmente ficou muito cansativo. Já tinha lido várias dicas na internet, e uma que me ajudou bastante foi: não leia traduzindo.

Mas voltando a resenha em si.

Eu sou um eterno apaixonado por livros ou qualquer coisa sobre a Segunda Guerra Mundial, e isso é algo que é perceptível pela minha lista de livros favoritos. (o meu Top 3 é coroado por O Diário de Anne Frank) Eu também gosto muito de livros YA, mas quando vi a junção desses dois eu já fiquei com um pé atrás da orelha. Graças as minhas últimas leituras do gênero, Homem-Máquina e a prova de A Playlist de Hayden, eu vi como o gênero poderia destruir completamente um ótimo tema. E, graças aos céus, isso não aconteceu aqui.

Enquanto em outros livros o romance característico do YA está presente no livro inteiro, aqui ele apenas aparece mais para o final e é sim relevante, mas não é o ponto central da história. O livro não perde o que quer passar por um simples romance.

O livro se preocupa muito em mostrar como o era a vida dentro de Leningrado durante o cerco. Logo no começo, teve uma parte interessantíssima em que o Lev mostra duas teorias em que os moradores da cidade criaram: como estava tendo racionamento de comida e ela poderia acabar a qualquer momento, ou os gordos iriam sobreviver por terem gordura acumulado ou os magros sobreviveriam pois aguentam mais tempo sem comer. Informações sobre a vida em Leningrado tomam boa parte do livro e eu amei isso, já que amo conhecer mais sobre a Segunda Guerra.

E em meio a Segunda Guerra, o autor ainda encontra tempo para falar um pouco da adolescência. Aquela confusão por estar quase entrando no mundo adulto, sobre desejos, sobre aquele orgulho de “eu não sou mais criança”, sobre tudo. Vemos o quanto o Lev e o Kolya se entrosam durante o livro, e é incrível a mudança que ocorrem em eles, com um aprendendo com o outro durante a aventura.

Outra coisa que eu AMEI foram as mulheres representadas. A avó do jornalista do começo da história simplesmente se recuso a cozinhar, e Vika, uma soldado que aparece durante o livro, é a mais habilidosa sniper de toda Leningrado, valendo por diversos soldados.

Pode até parecer que o livro é pesado por isso, mas acontece exatamente o contrário. Ele tem pouquíssimas cenas “pesadas”, mas que nem são tanto assim, além de que o humor é impecável. Admito que me sentia orgulhoso sempre que entendia uma piada.

Não que eu seja a melhor pessoa do mundo para falar sobre isso, mas a escrita do David Benioff é boa. Tiveram alguns pontos em que eu me arrastei para ler, mas acredito ser mais por eu não estar acostumado com o idioma do que por qualquer outra coisa, então o ritmo do livro corre bem. A história ocorre em uma semana, e nem por isso ela tenta encher linguiça ou fazer tudo o mais rápido possível. Um jornal disse que o livro estava escrito de um jeito “cinematográfico”, mas não “enxergar” esse lado cinematográfico apontado, mas não é um argumento incoerente, já que o David Benioff também é roteirista. (seu trabalho mais conhecido é Game of Thrones)

 

E é isso! Caso você saiba o básico de inglês, eu recomendo o livro, por mais que não vá ser a experiência mais fácil da sua vida. Mas, caso você opte pela versão em português, não fique com medo que eu recomendo o livro mesmo assim.

Até mais o/

 

#MLI2015 STBR | Maratona Literária de Inverno – #TôDentro!

Olá pessoas, tudo bem? Mais um desafio para o Lucena, aieeeeeew!

Lembrando que eu também estou participando do Rory Gilmore Book Challenge. 😉

Enfim, para quem não sabe, o Geek Freak uma vez por semestre faz uma Maratona Literária, e eu vou participar dessa \o/ Eu participei da Maratona x2, mas acabei não falando nada aqui.
E vai ser bem legal, gente! Você não precisa ter um blog, só ter internet para se inscrever. Mas, caso você tenha facebook e twitter, você ainda pode participar de sorteios especiais.
Além de que ela não é 24h, vai durar um mês inteiro.
Eu não vou explicar muito, então vejam o vídeo do Vitor sobre ela.

O TBR é uma lista com os livros que você irá ler durante esse período. Essa Maratona tem alguns desafios:

– Um livro com figuras ou ilustrações
– Comece e/ou termine uma série, trilogia ou duologia
– Um livro que alguém escolheu por você
– Um livro que já virou ou vai virar uma adaptação cinematográfica
– Um livro com a capa azul
– Um livro do gênero que você menos leu ano passado
– Um livro que você ganhou
– Um livro com mais de 400 páginas

E tem a TBR de Semana Temática!

Semana 1: Fantasias, Distopias e/ou Ficção Científica
Semana 2: Thriller, Suspense e/ou Terror
Semana 3: YA Contemporâneo, Romance e/ou Drama
Semana 4: Livros nacionais

E, finalmente, vamos parar de enrolar e vamos ver a minha TBR:

-Psicose (Esse basicamente vai matar todos os desafios! Semana 2, Um livro que alguém escolheu por você, Um livro que já virou ou vai virar uma adaptação cinematográfica)
-A Noite dos Mortos Vivos (Semana 2,  Um livro que já virou ou vai virar uma adaptação cinematográfica, Um livro do gênero que você menos leu ano passado)
-Os Gonnies (Semana 2,  Um livro que já virou ou vai virar uma adaptação cinematográfica, Um livro do gênero que você menos leu ano passado)
-Roverandom (Semana 10)
-Brisingr (Semana 1, Um livro com mais de 400 páginas) (Sim, eu estou lendo Eragon!)
-Harry Pottter & O Cálice de Fogo (Semana 1, Um livro com mais de 400 páginas, Um livro que já virou ou vai virar uma adaptação cinematográfica, Um livro que você ganhou) (releitura, mas vale :p)
– Olhai Os Lírios do Campo ( Semana 4)
– Se Eu Ficar (Semana 3,  Comece e/ou termine uma série, trilogia ou duologia, Um livro que já virou ou vai virar uma adaptação cinematográfica)
-Para Onde Ela Foi (Semana 3, Comece e/ou termine uma série, trilogia ou duologia)
-Simplesmente Acontece (Semana 3, Um livro com a capa azul)

TBR
Não me segue no Instagram? @aprendizlucena

E é isso, gente. Se forem participar, deixem suas TBR nos comentários! \o/

Até mais

HQ! | Daytripper, de Fábio Moon e Gabriel Bá.

Eu vou fazer um post bonitinho sobre isso, mas já quero falar pra quem ainda não percebeu: CONSEGUI PARCERIA COM O SELO LUMUS! \O/

E eu to muito feliz. E honrado. E nervoso. E um loop infinito disso umas mil vezes. E meu Deus, eu ainda não to acreditando. (aquela vontade louca de atacar o teclado com aquelas risadas com um monte de letras aleatórios)

daytripper Daytripper

Fábio Moon e Gabriel Bá, 2011

Vertigo, 260 págs

Quais são os dias mais importantes da sua vida? Conheça Brás de Oliva Domingos. Milagroso filho de um mundialmente famoso escritor brasileiro, Brás passa os dias escrevendo obituários e as noites sonhando em se tornar um autor de sucesso – ele escreve o fim da história de outras pessoas enquanto a sua própria mal começou. Mas, no dia que sua vida começar, ele será capaz de perceber? Ela começará aos 21, quando ele conhece a garota dos seus sonhos? Ou aos 11, quando dá seu primeiro beijo? É mais adiante na vida quando seu primeiro filho nasce? Ou antes, quando pode ter encontrado sua voz como escritor? Cada dia na vida de Brás é como a página de um livro. Cada um deles revela as pessoas e coisas que o fizeram ser quem é: sua mãe e seu pai, seu filho e seu melhor amigo, seu primeiro amor e o amor de sua vida. E, como em todas as grandes histórias, seu dia tem uma reviravolta que ele nunca antecipou…

Logo após terminar Daytripper, eu li as outras duas HQ’s já resenhadas da dupla, Meu Coração, Não Sei Por que e O Girassol e a Lua, e o que percebi após a leitura deles foi que, em Daytripper, eles mudaram muito o próprio estilo. Seja no desenho mesmo, ou no jeito de contar a história.

Tá, o jeito de deixar ela bem focada e retinha, sempre indo direta ao ponto, continuou. Mas eu percebi que a história estava mais aberta. Lembra-se que eu disse que, em O Girassol e a Lua, parecia que parecia que apenas os autores estavam acessíveis a história? Isso felizmente muda em Daytripper.

Nunca o sentido “obra-prima” fez tanto sentido. É possível sentir a manifestação artística dos quadrinistas ecoando dos quadrinhos, percebemos o que eles querem transmitir para a gente.

O quadrinho em muito me lembra Retalhos, primeira HQ resenhada aqui no blog e que declaro ser a minha favorita. As duas ensinam sobre a vida de uma maneira que te dá um certo “quentinho no coração”, por mais que te faça chorar depois. Logo após a primeira morte da HQ, eu fiquei chocado por alguns minutos, admito.

E a HQ flui muito bem. Mesmo sabendo o que irá acontecer no final de cada capítulo, ela ainda te toca, pois essa é uma das principais lições dela: o importante não são os finais, mas os meios. Liçãozinha importante tanto para as artes quanto para a vida.

O desenhos são bonitos, e muito bem detalhados, além de uma pintura num estilo aquarela. Achei muito melhor do que a dos outros quadrinhos, já que é para comparar.

Afinal, Daytripper tocou muito em mim. A HQ mostrou e ensinou tudo o que ela queria, fazendo isso com um roteiro inteligente e personagens cativantes. A vida, mesmo sendo parada ao final de cada capítulo, é realmente… real. Quando minha vida finalmente começará? Ou não?

 

Obrigado por lerem até aqui. Até sábado o/

Crítica| Jurassic World/Mundo dos Dinossauros Dá Mais Medo Que Filme de Terror

E, finalmente, depois de tanto divulgar na página do face, eu assisti Jurassic World!

 

jurassic worldJurassic World/Mundo dos Dinossauros

Direção: Colin Trevorrow

Roteiro: Rick Jaffa, Amanda Silver, Derek Connolly, Colin Treverrow

Produção: Steven Spielberg, Frank Marshall

Elenco: Chris Pratt (Owen Grady), Bryce Dallas Howard (Claire Dearing), Nick Robinson (Zatch Mitchell), Ty Simpkins (Gray Mitchell), B. D. Wong (Henry Wu), Judy Greer (Karen Mitchell), Irrfan Khan (Simon Masrani), Vincent D’Onofrio (Vic Hoskins)

O Jurassic Park, localizado na ilha Nublar, enfim está aberto ao público. Com isso, as pessoas podem conferir shows acrobáticos com dinossauros e até mesmo fazer passeios bem perto deles, já que agora estão domesticados. Entretanto, a equipe chefiada pela doutora Claire (Bryce Dallas Howard) passa a fazer experiências genéticas com estes seres, de forma a criar novas espécies. Uma delas logo adquire inteligência bem mais alta, logo se tornando uma grande ameaça para a existência humana.

 

Eu estava com expectativas enormes pra Jurassic World, algo normal para mim, já que crio muitas expectativas para tudo. Mas, geralmente, essas expectativas são maiores do que o filme/livro consegue passar.

O que, felizmente, não aconteceu com Jurassic World. Eu “gritei” (se eu tivesse gritado de verdade teria sido muita falta de educação) muito no cinema, e a última vez que eu sai tremendo de um filme foi quando eu assisti A Esperança pt. 1 (que, aliás, estou devendo a crítica até hoje…) pela primeira vez.

A coisa que mais impressionou o filme foi a metalinguagem que ele usou para o próprio universo e para a própria franquia. 22 anos se passaram desde que o Jurassic Park original foi aberto – mesmo tempo que o filme foi lançado. O público não se contentaria apenas com os dinossauros, já que, na história, eles estariam dessextintos a 22 anos – do mesmo jeito que temos três filmes para ver dinossauros -, então eles precisariam usar o fator novas tecnologias e avanços científicos incríveis – novos horizontes para os efeitos especiais com o CGI .

São inúmeras as referências ao primeiro filme (aliás, o segundo e o terceiro filme são completamente ignorados), além da trilha-sonora, que se baseia muito na trilha original, além de ter as músicas originais do primeiro filme. A nostalgia no filme com certeza ajuda muito a deixar ele mais agradável, além da luta final que eu senti falta de apenas um dinossauro para deixar ela o mais épica possível. (você pode descobrir qual lendo o último parênteses)

Eu vi o filme em 3D por não ter opção, mas não é nada que muda tanto assim. Teve apenas uma cena (em que o mosassauro come um pterodáctilo, que está presente no trailer. Que, aliás, é uma cena que tem uma simbologia muito legal e que vai servir para ajudar a construir os próximos filmes) em que eu pulei (com uma mistura de adrenalina e susto) da cadeira por conta do 3D, mas ele é completamente desnecessário para o filme.

Como eu disse no último parágrafo, as cenas de ação são excelentes. Primeiro: existe coisa melhor que ver um cara treinando velociraptores (na verdade, deinonicos…)? SIM. Até as cenas mais “leves”, dos personagens correndo dos dinossauros, te fazem gritar “C****** ISSO É MUITO F***”, e o o segundo e terceiro ato são uma coleção de cenas de ação que te dão um tiro a cada momento, principalmente o desfecho da luta final que foi “EU SABIA QUE ISSO IA ACONTECER, MAS ISSO CONSEGUIU SURPREENDER”. As cenas realmente te fazem gritar de adrenalina e de susto.

Tudo isso se sustenta pelo CGI, e claro, pelos animatronics, pelos qual eu agradeço por terem deixado. O filme, em vários momentos, se preocupa em mostrar o parque que como se fosse uma tour mesmo, algo que é reforçado pelo começo da sinopse, que realmente parece de um panfleto de divulgação de parque mesmo.

Mas não só de CGI o filme viverá, mas de toda palavra que sai da boca de seus atores. O roteiro é até bom, mas poderia ser muito melhor. Algo que com certeza foi um erro foi os dois garotos, que serviram apenas para “ter uma conexão com o primeiro filme”, como se já não houvessem demais.  Além disso, o roteiro não permitiu que os atores mostrassem todo o seu potencial. Gostei da atuação da Bryce Dallas Howard e do Chris Pratt, mas nada que chamasse tanto a atenção assim.

A direção do Colin ficou boa, mas do mesmo jeito que a atuação, nada que chame atenção. Ela não ficou a nível do primeiro filme, mas ficou bem melhor que a do terceiro filme, por exemplo.

Jurassic Park é um filme que tem uma ótima metalinguagem entre o parque da ficção e a franquia cinematográfica, além de um CGI impressionante, mas que peca um pouco com o roteiro.

Agora, a pergunta final: ele é melhor que o primeiro?

Não. Mas acredito que é melhor que os dois outros. (preciso fazer maratona da série para ter certeza agora)

 

E é isso! Obrigado por ler até aqui, até mais o/

 

HQ! O Girassol e a Lua, de Fábio Moon e Gabriel Bá

Oi gente, tudo bem?

Eu não tô muito bem não. Tô meio doente, e por isso essa resenha vai ficar bem rasinha mesmo. E também eu li a HQ e demorei para escrever a resenha, então…

 

girassol e a luaO Girassol e a Lua

de Fábio Moon e Gabriel Bá, 2000

10 Pãezinhos

Era uma vez um girassol. Como todo girassol que se preze, esse girassol vivia a correr atrás do sol. Ao final de um dia, cansado por ter perseguido o sol o dia inteiro, o girassol parou para tomar fôlego e olhou para trás e foi aí que ele a viu. A lua. A lua também estava perseguindo o sol, mas para a lua os caminhos são mais difíceis, de modo que seu caminho era sempre escuro. Mesmo no escuro, ela conseguiu ver ao longe aquele girassol charmoso, parado à sua frente, como que a esperando, e se aproximou dele. Os dois se olharam nos olhos, ela sorriu, com ternura, e ele, com amor. Naquele momento, os dois se apaixonaram.

 

O Girassol e a Lua foi uma das primeiras HQs dos gêmeos, e seguem um estilo parecido com Meu Coração, Não Sei Porquê. A história é totalmente em metáfora, com traços em preto e branco, coisa que eu percebi serem características da dupla durante esse período.

O roteiro da história não é um problema, é até bem interessante e te faz pensar, mas eu ele não me fez me apegar a história. Ele retrata como a vida é de uma faceta bem crua e nua, mas eu não consegui parar para ler e não consegui me identificar com a história.

Também não me senti muito incentivado pelos desenhos, que deixavam a história mais confusa. Parecia que a HQ era um círculo fechado em que apenas os autores podiam se aproveitar da história.

Nem mesmo os personagens me tocaram. Não que eles sejam mal construídos, muito pelo contrário, mas eu simplesmente não consegui sentir a menor empatia com eles. O romance e as ação também não me convenceram nem um pouco.

 O Girassol e a Lua não é ruim, mas, por algum motivo, simplesmente não consegue tocar e se identificar com o leitor.

 

Até mais o

Crítica (Especial Oscar)| Caminhos da Floresta/Into the Woods poderia ter menos de 2h

Olá pessoas! Quanto tempo não tem um Especial Oscar, né?

Antes de tudo, você já curtiu a página no facebook do blog?

Indicado as categorias:

Melhor Atriz Coadjuvante (Meryl Streep)

 

caminhos-da-floresta-poster Caminhos da Floresta/Into The Woods

Direção: Rob Marshall

Roteiro: James Lapine

Produção: Rob Marshall

Elenco: Meryl Streep (Bruxa), Anna Kendrick (Cinderela), Emily Blunt (Mulher do Padeiro), James Corden (Padeiro), Johnny Depp (Lobo), Chris Pine (Príncipe da Cinderela), MacKenzie Mauzy (Rapunzel), Christine Baranski (Madrasta da Cinderela), Daniel Huttlestone (João), Tracey Ullman (Mãe do João), Lilla Crawford (Chapeuzinho Vermelho)

Um padeiro e sua mulher (James Corden e Emily Blunt) vivem em um vilarejo, onde lidam com vários personagens famosos dos contos de fadas, como Chapeuzinho Vermelho (Lila Crawford). Um dia, eles recebem a visita da bruxa (Meryl Streep), que é sua vizinha. Ela avisa que lançou um feitiço sobre o casal para que não tenha filhos, como castigo por algo feito pelo pai do padeiro, décadas atrás. Ao mesmo tempo, a bruxa avisa que o feitiço pode ser desfeito caso eles lhe tragam quatro objetos: um capuz vermelho como sangue, cabelo amarelo como espiga de milho, um sapato dourado como ouro e um cavalo branco como o leite. Eles têm apenas três dias para encontrar tudo, caso contrário o feitiço será eterno. Decididos a cumprir o objetivo, o padeiro e sua esposa adentram na floresta.

 

Recentemente, não tenho ouvido críticas muito boas das live-actions da Disney. Falaram que Malévola foi visualmente lindo, mas com um péssimo roteiro, e que Cinderela é bom, mas em nada difere da animação original. Com isso, fiquei com um pouco de medo de ver Caminhos da Floresta, e, infelizmente, não vai ser agora que eu verei os outros dois.

Em uma sinopse curta, já era dado o aviso: o começo do filme se foca em eles conseguirem os objetos, e o resto do filme são suas consequências. O problema é quando o “começo” do filme dura uma hora.

Os filmes são dividos em três “parte”: primeiro, segundo e terceiro ato. O primeiro é o começo do filme, o segundo é o meio e o terceiro é o final (com a Jornada do Herói/monomito impudito nisso), basicamente. E o problema de Caminhos da Floresta é ele ter duas horas de filme, sendo que uma hora inteira é dedicada ao primeiro ato. Podem até achar que eu tomei isso como conclusão por ter lido aquela sinopse resumida, mas depois de pensar bastante, percebi que não. Realmente, o primeiro ato dura uma hora.

Por mais que essa mudança, de não deixar o primeiro ato restrito aos primeiros minutos, seja até interessante, ela com certeza não funciona dentro do filme. Além da sensação de que o filme não vai acabar nunca, o roteiro não ajuda em nada. Os primeiro minutos até te fazem gostar do filme, mais aí simplesmente ele não te convence mais. Eles foram colocando cena atrás de cena apenas para deixar o filme grande! É cada escapatória para colocar mais cenas que, ao final, eles simplesmente esqueceram de que deveria acontecer uma resolução, então eles colocaram a primeira coisa que eles viram na frente para servir de resolução para os problemas, o que fez um problema parecido com o de A Escolha Perfeita: diversos deus ex-machina por metro quadrado.

O primeiro ato não é apenas enfadonho por ser grande, mas pelo roteiro ser tão ruim quanto. Além dos ex-machina que citei acima, reforço que ele simplesmente não te convence. Em uma cena, a Cinderela (Anna Kendrick) está fugindo do castelo e o sapatinho de ouro fica preso numa poça de piche que o príncipe deixa, e então o mesmo aparece no alto da escada. Logo, ela sai dos sapatinhos, canta e dança (e, durante essa dança, ela anda em cima da mesma poça de piche, e não fica presa e nem mesmo suja) durante vários minutos, com o príncipe observando. Depois, entra novamente nos sapatinhos, deixa um no piche e sai correndo, só para aí o príncipe sair correndo novamente.  QUAL O SENTIDO DISSO? Além dessa cena, acontecem outras cenas what the fuck is it!? durante o filme.

O filme só começa a ficar legal quando – depois de quase desistir milhões de vezes de terminar de assistir – começa o segundo e o terceiro ato, que são espremidos em outra hora. Por mais que melhores, com algumas cenas mais críveis as what the fuck is it!? continuaram existindo, além do fato de que tudo começou a correr rápido demais e mais deus ex-machina surgiram. Mesmo assim, a mensagem que o filme quis passar ficou bem clara quando essas cenas não apareciam.

Outra coisa que incomoda muito são as subtramas. Por mais que eu tenha dito na crítica de Big Hero 6 que subtramas são importantes, nesse caso, elas são apenas enfadonhas que criam mais e mais cenas para aumentar o tempo do filme.

Como é de se esperar dos estúdios Disney, filme é visualmente lindo, mas sem depender de efeitos especiais. O cenário ficou muito bem construído, além dos figurinos.

O filme é baseado em um musical, por isso, 85% dele são apenas músicas. Além delas serem lindas, a montagem e a mixagem de som ficou incrível, parecendo mesmo que os atores cantavam na hora. Estou particulamente apaixonado por Stay With Me, da Meryl Streep, que você pode ouvir aqui.

Também gostei das atuações, principalmente pelo fato dos atores terem se esforçaod com o pouco que tinha. A Meryl Streep mereceu a indicação ao Oscar, já que ela pegou diversos esteriótipos sobre bruxas nos contos de fadas para compor a personagem. Mas a Anna Kendrick (Cinderela) (admito, principal motivo para eu ver o filme), por mais que tenha atuado super bem, deixou muito perceptível que não gostava do filme e do roteiro, e que se fosse por ela, ela largaria tudo no meio das gravações e iria gravar A Escolha Perfeita 3. (não que ela tenha falado isso na mídia, claro)

Enfim, Caminhos da Floresta é um filme com efeitos e músicas surpreendentes, mas que peca num roteiro sem sentido e em um primeiro plano maior do que o necessário.

 

É isso gente! Até a próxima o/

Precisava de Você – divulgação

 

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Baixe agora mesmo o e-book de Precisava de Você por apenas R$1,99

O novo lançamento da Editora Belas-Letras que está dando o que falar, Precisava de Você, acaba de ganhar versão digital. O e-book do (des)romance de Pedro Guerra custa apenas R$1,99 e já está disponível para download.
Acesse o hotsite para saber mais do livro e baixar a obra: www.precisavadevoce.vai.la

 

Sinopse:

Então está aqui tudo o que eu guardei por algum tempo. A partir de agora eu pretendo escrever, desde o começo, a nossa história (se é que eu posso chamar assim). O nosso (des)romance. Acho que a melhor maneira de se livrar de alguma coisa (neste caso, de alguém) é colocando para fora. Então é isso que eu vou fazer. Eu vou te exorcizar de mim. Que droga. Que droga, Gabriel Vegas. Eu gostava de você pra caramba.

Concurso Cultural: #SejaVocêPersonagem de Distopia!

Olá pessoas!

Lembram-se da Semana O Ciclo da Morte, uma semana em que eu divulguei um livro? POis ela, vou fazer algo bem parecido agora, mas com o livro Distopia, da Kate Williams! \o/

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Caso você seja cosplayer/modelo e more em São José dos Campos, no Vale do Paraíba ou consiga ir para lá, ESSA É A SUA HORA! Você só tem que estar dentro do regulamento:

1 – Morar em São José dos Campos, ou em cidades do Vale do Paraíba, ou que tenha disponibilidade para ir até São José dos Campos (com custo próprio do participante). Isso é necessário pois haverá um ensaio fotográfico na cidade.

2 – Estar dentro das “dicas” da Kate. Lembrando que não tem que ser 100% fiel á elas, já que os candidatos serão avaliados pela visão pessoal dos mesmo pela autora e pela banca de jurados:

Como são os personagens

 

 

 

 

 

 

 

 

Como são os personagens2

 

 

 

 

 

 

 

 

Como são os personagens3

 

 

 

 

 

 

 

 

3 – Caso for selecionado, assinar um termo de autorização de uso de imagem.

 

Tá dentro do regulamento? Então você já pode concorrer!

Para participar, é só preencher esse formulário para participação.

Surpresinha final: OS VENCEDORES IRÃO GANHAR UMA VIAGEM, COM TUDO PAGO, PARA A BIENAL DO RIO DE JANEIRO \O/ É, ou não é, uma promoção incrível?

(Já podem dar meu certificado de graduado em Marketing & Propaganda)

O resultado sai dia 14! Qualquer dúvida, mandem para kate.willians@live.com, que a autora esclarecerá suas dúvidas.

 

Até a próxima, pessoal o/