Especial Oscar|Crítica|Guardiões da Galáxia é Disney no espaço

Olá gente!

Pois é, to sem postar a quase um mês. UM MÊS. Eu to péssimo por isso, Sério mesmo. Desculpa por esse tempão sem postar, mas eu to realmente sem tempo nenhum, nem pra blogar, nem pra ler, nem pra ver filme, nem pra nada. Desculpa mesmo.

guardioes_galaxia_poster_nacional_02Guardiões da Galáxia,

Direção: James Gunn (II)

Produção: Kevin Feige

Roteiro: James Gunn (II), Nicole Perlman

Elenco: Chris Pratt (Peter Quill), Zoe Saldana (Gamora), Dave Bautista (Drax), Vin Diesel (Groot), Bradley Cooper (Rocket Racoon), Lee Pace (Ronan), Benicio del Toro (Colecionador), Karen Gillan (Nebula), Glenn Close (Nova Prime), John C. Reilly (Rhomann Dey), Josh Brolin (Thanos)

Guardiões da Galáxia teve grande repercussão no ano passado. É um filme da Marvel que é diferente dos anteriores lançados: não fazia muita diferença ver ele ou não para entendimento para o próximo grande lançamento da mesma: Vingadores 2 – A Era de Ultron (por mais que, cedo ou tarde, os heróis de Guardiões apareçam em algum outro filme). O cenário é um pouco diferente esse ano, já que o filme que apresenta novos heróis é Homem-Formiga, que será introduzido nos próximos filmes da Marvel – como Guerra Civil.

Mas Guardiões da Galáxia cumpre bem o seu papel. Enquanto os outros filmes da Marvel (juro que vou parar com as comparações) aparentemente buscam o público que lê os quadrinhos ou assistia algum desenho de heróis na TV, Guardiões da Galáxia tenta mesclar um público juvenil com um público mais velho – o que, aparentemente, conseguiram.

O CGI do filme é impressionante, e não me lembro de nenhuma cena em que ele foi utilizado apenas para ostentar, diferente de vários filmes lançados recentemente. Todos os efeitos são maravilhosos, e a maquiagem também ficou excelente. Sendo característica de filmes em que o cenário é intergalático, a maquiagem está fortemente presente e muito bem usada, tanto que o único personagem que não necessita dela é o Peter (Chris Pratt), já que é praticamente o único humano que aparece no decorrer do filme.

Aliás, virei fã do Chris Pratt após o trabalho maravilhoso dele em Jurassic World, e esse filme só reforçou ainda mais os bons olhos que tenho dele. Ele consegue ser engraçado sem ser idiota, algo que também se destaca. Ri alto durante o filme, então me recuso a acreditar que ele não é de comédia.

Todos os outros atores fizeram um trabalho excelente. Gostei de todas, mas me apeguei principalmente ao Rocket e ao Groot, por mais que a fórmula Disney não tenha caído tão bem para esse último personagem. O romance principal também não me agradou nem um pouco. Mesmo assim, o filme emociona em diversos momentos, principalmente no começo.

O Awesome Mix é, bem, awesome. Nasci muito depois da década de 80, então não reconheci nenhuma das músicas, mas gostei de todas. Quero dizer, são poucas as músicas dos anos 80 que a gente não gosta, né?

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Crítica| Jurassic World/Mundo dos Dinossauros Dá Mais Medo Que Filme de Terror

E, finalmente, depois de tanto divulgar na página do face, eu assisti Jurassic World!

 

jurassic worldJurassic World/Mundo dos Dinossauros

Direção: Colin Trevorrow

Roteiro: Rick Jaffa, Amanda Silver, Derek Connolly, Colin Treverrow

Produção: Steven Spielberg, Frank Marshall

Elenco: Chris Pratt (Owen Grady), Bryce Dallas Howard (Claire Dearing), Nick Robinson (Zatch Mitchell), Ty Simpkins (Gray Mitchell), B. D. Wong (Henry Wu), Judy Greer (Karen Mitchell), Irrfan Khan (Simon Masrani), Vincent D’Onofrio (Vic Hoskins)

O Jurassic Park, localizado na ilha Nublar, enfim está aberto ao público. Com isso, as pessoas podem conferir shows acrobáticos com dinossauros e até mesmo fazer passeios bem perto deles, já que agora estão domesticados. Entretanto, a equipe chefiada pela doutora Claire (Bryce Dallas Howard) passa a fazer experiências genéticas com estes seres, de forma a criar novas espécies. Uma delas logo adquire inteligência bem mais alta, logo se tornando uma grande ameaça para a existência humana.

 

Eu estava com expectativas enormes pra Jurassic World, algo normal para mim, já que crio muitas expectativas para tudo. Mas, geralmente, essas expectativas são maiores do que o filme/livro consegue passar.

O que, felizmente, não aconteceu com Jurassic World. Eu “gritei” (se eu tivesse gritado de verdade teria sido muita falta de educação) muito no cinema, e a última vez que eu sai tremendo de um filme foi quando eu assisti A Esperança pt. 1 (que, aliás, estou devendo a crítica até hoje…) pela primeira vez.

A coisa que mais impressionou o filme foi a metalinguagem que ele usou para o próprio universo e para a própria franquia. 22 anos se passaram desde que o Jurassic Park original foi aberto – mesmo tempo que o filme foi lançado. O público não se contentaria apenas com os dinossauros, já que, na história, eles estariam dessextintos a 22 anos – do mesmo jeito que temos três filmes para ver dinossauros -, então eles precisariam usar o fator novas tecnologias e avanços científicos incríveis – novos horizontes para os efeitos especiais com o CGI .

São inúmeras as referências ao primeiro filme (aliás, o segundo e o terceiro filme são completamente ignorados), além da trilha-sonora, que se baseia muito na trilha original, além de ter as músicas originais do primeiro filme. A nostalgia no filme com certeza ajuda muito a deixar ele mais agradável, além da luta final que eu senti falta de apenas um dinossauro para deixar ela o mais épica possível. (você pode descobrir qual lendo o último parênteses)

Eu vi o filme em 3D por não ter opção, mas não é nada que muda tanto assim. Teve apenas uma cena (em que o mosassauro come um pterodáctilo, que está presente no trailer. Que, aliás, é uma cena que tem uma simbologia muito legal e que vai servir para ajudar a construir os próximos filmes) em que eu pulei (com uma mistura de adrenalina e susto) da cadeira por conta do 3D, mas ele é completamente desnecessário para o filme.

Como eu disse no último parágrafo, as cenas de ação são excelentes. Primeiro: existe coisa melhor que ver um cara treinando velociraptores (na verdade, deinonicos…)? SIM. Até as cenas mais “leves”, dos personagens correndo dos dinossauros, te fazem gritar “C****** ISSO É MUITO F***”, e o o segundo e terceiro ato são uma coleção de cenas de ação que te dão um tiro a cada momento, principalmente o desfecho da luta final que foi “EU SABIA QUE ISSO IA ACONTECER, MAS ISSO CONSEGUIU SURPREENDER”. As cenas realmente te fazem gritar de adrenalina e de susto.

Tudo isso se sustenta pelo CGI, e claro, pelos animatronics, pelos qual eu agradeço por terem deixado. O filme, em vários momentos, se preocupa em mostrar o parque que como se fosse uma tour mesmo, algo que é reforçado pelo começo da sinopse, que realmente parece de um panfleto de divulgação de parque mesmo.

Mas não só de CGI o filme viverá, mas de toda palavra que sai da boca de seus atores. O roteiro é até bom, mas poderia ser muito melhor. Algo que com certeza foi um erro foi os dois garotos, que serviram apenas para “ter uma conexão com o primeiro filme”, como se já não houvessem demais.  Além disso, o roteiro não permitiu que os atores mostrassem todo o seu potencial. Gostei da atuação da Bryce Dallas Howard e do Chris Pratt, mas nada que chamasse tanto a atenção assim.

A direção do Colin ficou boa, mas do mesmo jeito que a atuação, nada que chame atenção. Ela não ficou a nível do primeiro filme, mas ficou bem melhor que a do terceiro filme, por exemplo.

Jurassic Park é um filme que tem uma ótima metalinguagem entre o parque da ficção e a franquia cinematográfica, além de um CGI impressionante, mas que peca um pouco com o roteiro.

Agora, a pergunta final: ele é melhor que o primeiro?

Não. Mas acredito que é melhor que os dois outros. (preciso fazer maratona da série para ter certeza agora)

 

E é isso! Obrigado por ler até aqui, até mais o/

 

Crítica (Especial Oscar)| Caminhos da Floresta/Into the Woods poderia ter menos de 2h

Olá pessoas! Quanto tempo não tem um Especial Oscar, né?

Antes de tudo, você já curtiu a página no facebook do blog?

Indicado as categorias:

Melhor Atriz Coadjuvante (Meryl Streep)

 

caminhos-da-floresta-poster Caminhos da Floresta/Into The Woods

Direção: Rob Marshall

Roteiro: James Lapine

Produção: Rob Marshall

Elenco: Meryl Streep (Bruxa), Anna Kendrick (Cinderela), Emily Blunt (Mulher do Padeiro), James Corden (Padeiro), Johnny Depp (Lobo), Chris Pine (Príncipe da Cinderela), MacKenzie Mauzy (Rapunzel), Christine Baranski (Madrasta da Cinderela), Daniel Huttlestone (João), Tracey Ullman (Mãe do João), Lilla Crawford (Chapeuzinho Vermelho)

Um padeiro e sua mulher (James Corden e Emily Blunt) vivem em um vilarejo, onde lidam com vários personagens famosos dos contos de fadas, como Chapeuzinho Vermelho (Lila Crawford). Um dia, eles recebem a visita da bruxa (Meryl Streep), que é sua vizinha. Ela avisa que lançou um feitiço sobre o casal para que não tenha filhos, como castigo por algo feito pelo pai do padeiro, décadas atrás. Ao mesmo tempo, a bruxa avisa que o feitiço pode ser desfeito caso eles lhe tragam quatro objetos: um capuz vermelho como sangue, cabelo amarelo como espiga de milho, um sapato dourado como ouro e um cavalo branco como o leite. Eles têm apenas três dias para encontrar tudo, caso contrário o feitiço será eterno. Decididos a cumprir o objetivo, o padeiro e sua esposa adentram na floresta.

 

Recentemente, não tenho ouvido críticas muito boas das live-actions da Disney. Falaram que Malévola foi visualmente lindo, mas com um péssimo roteiro, e que Cinderela é bom, mas em nada difere da animação original. Com isso, fiquei com um pouco de medo de ver Caminhos da Floresta, e, infelizmente, não vai ser agora que eu verei os outros dois.

Em uma sinopse curta, já era dado o aviso: o começo do filme se foca em eles conseguirem os objetos, e o resto do filme são suas consequências. O problema é quando o “começo” do filme dura uma hora.

Os filmes são dividos em três “parte”: primeiro, segundo e terceiro ato. O primeiro é o começo do filme, o segundo é o meio e o terceiro é o final (com a Jornada do Herói/monomito impudito nisso), basicamente. E o problema de Caminhos da Floresta é ele ter duas horas de filme, sendo que uma hora inteira é dedicada ao primeiro ato. Podem até achar que eu tomei isso como conclusão por ter lido aquela sinopse resumida, mas depois de pensar bastante, percebi que não. Realmente, o primeiro ato dura uma hora.

Por mais que essa mudança, de não deixar o primeiro ato restrito aos primeiros minutos, seja até interessante, ela com certeza não funciona dentro do filme. Além da sensação de que o filme não vai acabar nunca, o roteiro não ajuda em nada. Os primeiro minutos até te fazem gostar do filme, mais aí simplesmente ele não te convence mais. Eles foram colocando cena atrás de cena apenas para deixar o filme grande! É cada escapatória para colocar mais cenas que, ao final, eles simplesmente esqueceram de que deveria acontecer uma resolução, então eles colocaram a primeira coisa que eles viram na frente para servir de resolução para os problemas, o que fez um problema parecido com o de A Escolha Perfeita: diversos deus ex-machina por metro quadrado.

O primeiro ato não é apenas enfadonho por ser grande, mas pelo roteiro ser tão ruim quanto. Além dos ex-machina que citei acima, reforço que ele simplesmente não te convence. Em uma cena, a Cinderela (Anna Kendrick) está fugindo do castelo e o sapatinho de ouro fica preso numa poça de piche que o príncipe deixa, e então o mesmo aparece no alto da escada. Logo, ela sai dos sapatinhos, canta e dança (e, durante essa dança, ela anda em cima da mesma poça de piche, e não fica presa e nem mesmo suja) durante vários minutos, com o príncipe observando. Depois, entra novamente nos sapatinhos, deixa um no piche e sai correndo, só para aí o príncipe sair correndo novamente.  QUAL O SENTIDO DISSO? Além dessa cena, acontecem outras cenas what the fuck is it!? durante o filme.

O filme só começa a ficar legal quando – depois de quase desistir milhões de vezes de terminar de assistir – começa o segundo e o terceiro ato, que são espremidos em outra hora. Por mais que melhores, com algumas cenas mais críveis as what the fuck is it!? continuaram existindo, além do fato de que tudo começou a correr rápido demais e mais deus ex-machina surgiram. Mesmo assim, a mensagem que o filme quis passar ficou bem clara quando essas cenas não apareciam.

Outra coisa que incomoda muito são as subtramas. Por mais que eu tenha dito na crítica de Big Hero 6 que subtramas são importantes, nesse caso, elas são apenas enfadonhas que criam mais e mais cenas para aumentar o tempo do filme.

Como é de se esperar dos estúdios Disney, filme é visualmente lindo, mas sem depender de efeitos especiais. O cenário ficou muito bem construído, além dos figurinos.

O filme é baseado em um musical, por isso, 85% dele são apenas músicas. Além delas serem lindas, a montagem e a mixagem de som ficou incrível, parecendo mesmo que os atores cantavam na hora. Estou particulamente apaixonado por Stay With Me, da Meryl Streep, que você pode ouvir aqui.

Também gostei das atuações, principalmente pelo fato dos atores terem se esforçaod com o pouco que tinha. A Meryl Streep mereceu a indicação ao Oscar, já que ela pegou diversos esteriótipos sobre bruxas nos contos de fadas para compor a personagem. Mas a Anna Kendrick (Cinderela) (admito, principal motivo para eu ver o filme), por mais que tenha atuado super bem, deixou muito perceptível que não gostava do filme e do roteiro, e que se fosse por ela, ela largaria tudo no meio das gravações e iria gravar A Escolha Perfeita 3. (não que ela tenha falado isso na mídia, claro)

Enfim, Caminhos da Floresta é um filme com efeitos e músicas surpreendentes, mas que peca num roteiro sem sentido e em um primeiro plano maior do que o necessário.

 

É isso gente! Até a próxima o/

Crítica|Ex Machina não é A Escolha Perfeita/Pitch Perfect

Olá! Tudo bem?

Quero avisar que escrever crítica comendo churros é a melhor coisa do mundo.

Pitch_PerfectPitch Perfect/A Escolha Perfeita

Direção: Jason Moore

Roteiro: Kay Cannon

Produção: Elizabeth Banks

Elenco: Anna Kendrick (Beca), Rebel Wilson (Amy Gorda), Anna Camp (Aubrey), Brittany Snow (Chloe), Skylar Astin (Jesse), Adam DeVine (Bumper), Ester Dean (Cynthia Rose), Ben Platt (Benji), Alexis Knapp (Stacie), Hana Mae Lee (Lilly), Elizabeth Banks (Gail)

Beca, é uma estudante incomum e rebelde que esta infeliz por ser obrigada a estudar na faculdade onde o seu pai é professor. No entanto é nessa faculdade que ela descobre a sua voz e o seu jeito para a música no grupo The Barden Bellas, formado apenas por garotas, liderado por Aubrey Posen que tenta a todo custo todos os anos vencer o Campeonato Regional de Música, mas sempre acabam perdendo para os The Treblemakers, grupo só de garotos, pertencentes a mesma faculdade. Agora com uma reforma nas Bellas e com a ajuda de Beca, o grupo procura chances para vencer os Regionais com um toque de ousadia e muito talento.

 

A primeira coisa que alguém pensa ao saber do filme é “High School Musical na universidade!”. Mas, não gente. Pelo menos, não no quesito “tocar qualquer música a qualquer hora” (já que, me julguem, nunca vi High School Musical, mas fiz uma pesquisinha básica com os universitários aka meus amigos que viram).

A primeira coisa a ser falada do filme é o roteiro. O título da crítica resume o que acontece quase o filme inteiro: deus ex machina. Deus ex machina é uma técnica usada na TV, teatro, cinema e literatura que surgiu de uma técnica de roteiro grega, onde um deus descia do teto do teatro com a ajuda de uma máquina para, magicamente e do nada, para resolver os problemas da trama. Hoje em dia, ele é relacionado a problemas em tramas serem resolvidos do nada, quando não tem todo aquele preparo que a Jornada do Herói (vou deixar dois ótimos videos no final explicando sobre a Jornada do Herói) trás para o personagem.

Diversas foram as vezes que esse recurso fora usado no filme. É óbvio que elas ganham o Campeonato, mas isso não teria acontecido sem um deus ex machina chamado John Mayer, o que destruiu toda a construção que as personagens tiveram ao redor do filme. Além disso, existem alguns personagens que são completamente desnecessários para a trama, que poderiam muito bem aparecer só duas cenas e desaparecer depois.

Outra coisa que incomodou bastante foi a personalidade da Beca, interpretada pela Anna Kendrick e protagonista. Não ficou tão ruim assim, mas em certos momentos parece que ela não era “concreta”, e em certo momento em personagem tenta descrever ela e ele tirou argumentos do nada que sumiram no momento e a personagem pareceu que se identificou com eles. Mas a atriz conseguiu salvar isso, já que a atuação dela foi excelente.

Mas o ponto forte do filme, com certeza, é a soundtrack. Ela mesclou diversas músicas que hitaram na época (como S&M da Rihanna, Just The Way You Are, do Bruno Mars e Party In The USA, da Miley Cyrus), músicas mais antigas e clássicas (como Hit Me With Your Best Shoot, da Pat Benatar, Like a Virgin, da Madonna e Turn The Beat Around, da Vickie Sue Robinson) a música Don’t Forget (About Me), do Simple Mind, música clássica do filme Clube dos Cinco/The Breakfast Club. Além da boa escolha de músicas, o arranjo acapella e os mashup (metade dessas músicas citadas ficaram em um mashup com outras) ficaram excelentes. A montagem de som também ficou incrível, já que nenhuma música foi jogada no filme de nada, todas tiveram seu momento e seus motivos para aparecer. Acredito que o principal fator de escolha das músicas ficou com a comunicação com o público, graças a essa migração constante de gerações. Aliás, nota ao mashup final que foi uma das melhores musicas já apresentadas em um filme.

O filme clássico Clube dos Cinco/The Breakfast Club é muito importante para a trama, mas não é a única referência, já que é possível ver referências aos Beatles e O Exorcista/The Exorcist.

O filme é uma comédia, e não podiam faltar diálogos e momentos engraçados, que funcionam muito bem, principalmente pelo elenco muito bem dirigido e excelente em atuação. Dou uma nota especial á Rebel Wilson (Amy Gorda), que atuou no mesmo nível que a Anna Kendrick (Beca), e em diversos momentos até roubando a cena dela. Além dela, outra que merece nota é a Ester Dean (Cynthia Rose), que fora das telonas é cantora e vai lançar o primeiro álbum, e isso provavelmente fez com que os solos dela ficassem como os meus favoritos, e a Alexis Knapp (Stacie). Não sei se no filme existiu autotune, mas caso o caso seja negativo, todas as atrizes e atores fizeram um excelente trabalho vocal.  Adam DeVine (Bumper), Skylar Astin (Jesse) e Ben Platt (Benji) fizeram um excelente trabalho sendo praticamente as únicas presenças masculinas do filme, o que, aliás, mostra que o poder feminino do filme é enorme.

A Escolha Perfeita/Pitch Perfect é um filme com um grande poder de comunicação com o público e atuação, mas que perde um pouco com um roteiro que reza para um deus ex machina, que praticamente destrói toda a evolução das personagens.

 

Obrigado por ler até aqui. Aproveite e deixe um comentário sobre o filme!

Até mais o/

(Especial Oscar) A”A Teoria de Tudo” é mais Jane do que Stephen

Desculpa a demora, mas meu computador ficou indo e voltando a semana inteira, além de que hoje (quando ele voltou de verdade) eu tive um workshop. Mas o importante é que eu postei :p

Melhor Filme (Indicado)

Melhor Diretor (indicado)

Melhor Roteiro Adaptado (indicado)

Melhor Ator (Eddie Redmayne) (indicado e vencedor)

Melhor Atriz (Felicity Jones) (indicado)

Melhor Trilha-Sonora (indicado

 

download A Teoria de Tudo (The Theory of Everything)

direção por James Marsh, roteiro por Anthony McCarten

Elenco: Felicity Jones (Jane Hawking) Eddie Redmayne (Stephen Hawking), Tom Prior (Professor Hawking), Harry Lloyd (Brian), Chalie Cox (Jonathan)

Baseado na biografia de Stephen Hawking, o filme mostra como o jovem astrofísico (Eddie Redmayne) fez descobertas importantes sobre o tempo, além de retratar o seu romance com a aluna de Cambridge Jane Wide (Felicity Jones) e a descoberta de uma doença motora degenerativa quando tinha apenas 21 anos.

 

Vou começar falando, da melhor coisa do filme inteiro: a Felicity Jones. Ela estava maravilhosa, merecia totalmente o Oscar. Ela conseguiu roubar a cena em todos os momentos em que ela parecia, além da atuação dela ter feito o espectador sentir na pele perfeitamente o que a personagem estava sentindo. Fiquei um dia inteiro pensando no quanto ela estava incrível e impecável

O Eddie Redmayne também estava incrível, mas foi facilmente ofuscado pela Felicity. Sim, ele deu uma cara perfeita ao Stephen, mas não achei o suficiente para todo esse alvoroço em volta dele, justamente por ele não ter conseguido fazer um trabalho melhor que a de sua parceira. Aliás, o elenco inteiro está ótimo (acho que eu vi o professor Lupin).

A direção de arte também ficou muito boa. Sempre que a personagem da Felicity tinha um momento que ia definir alguma coisa no futuro , a cena ficava completamente azul ou tinha vários elementos em azul. Foi meio que uma “rebelião” á linguagem das cores, já que azul significa reflexão, e essas decisões geralmente eram sem pensar.

O roteiro é emocionante, alternando bastante entre momentos mais focados no Stephen e em momentos focados na Jane. Infelizmente não sei se ele ficou fiel ao livro ou não. Aliás, a trilha sonora está ótima, muito bem montada.

O filme só tem duas horas, e do jeito que ele estava, ele poderia ter facilmente meia hora a mais, em vista que as coisas aconteciam muito rápido. Principalmente pelo fato dos filhos deles simplesmente sumiram da metade para o final, como se o filme estivesse numa pressa irreparável para terminar, e isso super danificou a experiência.

O filme, afinal, conta que se as coisas não vão certo, não significa que você tem que se prender á ela por obrigação. Como dizem, sempre existe o tentativa – erro – tentativa – erro e um loop disso umas 15 vezes. Mas isso não significa que devemos odiar os erros já cometidos. Ele também nos ensina que devemos nos superar, e para contornar todos os obstáculos. Mas, também, a aproveitar o que nos faz bem, e sempre a pensar um pouco mais no próximo.

 

É isso! Com certeza, um dos melhores filmes do ano passado. Recomendo á todos que queiram derramar algumas lágrimas!

Até mais o/

Crítica: O Destino de Júpiter (Jupiter Ascending) é junção de Game of Thrones e Star Wars para vegetarianos

“Ué, e o Especial Oscar?”

Não posso fazer nada quando eu quero ver um filme. E quando não acho os outros indicados/ganhadores.

O Destino de Júpiter (Jupiter Ascending)conteudo_90988

Direção, Roteiro e Produção: Wachowski Brothers (Andy e Lana)

Elenco:  Mila Kunis (Jupiter Jones), Channing Tatum (Caine), Sean Bean (Stinger), Eddie Redmayne (Balem), Douglas Booth (Titus), Tuppence Middleton (Kalique), Gugu Mbatha-Raw (Famulus)

Jupiter Jones é a descendente de uma linhagem que a coloca como a próxima ocupante do posto de Rainha do Universo. Sem saber disto, ela segue sua vida pacata trabalhando como empregada doméstica nos Estados Unidos, país onde vive após deixar a Rússia. Um dia, ela recebe a visita de Caine, um ex-militar alterado geneticamente que tem por missão protegê-la a todo custo e levá-la para assumir seu lugar de direito.

Quero ressaltar primeiro a trilha sonora ta incrível. As músicas certas no momento certos. Uma ótima cena que foi boa principalmente por conta da trilha sonora: cena de ação, quando os personagens saem bruscamente do local da ação e a música que estava tocando junto simplesmente para no exato momento em que o ambiente muda, nos deixando confusos, como os personagens.
Foram diversas as críticas ao modelo de vida da Terra, que eu achei muito boas, e graças á essas críticas fica mais fácil entender a cultura espacial. Tanto críticas ao jeito que as pessoas fazem de tudo para rejuvenescer e do jeito cruel que os animais são tratados para depois serem usados.
Os efeitos especiais estão bons, próximos de um A Batalha dos Cinco Exércitos da vida. Mas, mesmo assim, o 3D é mal utilizado em alguns momentos, principalmente por eles usarem desfoque em diversos momentos. De qualquer maneira, recomendo ver em 3D.
As atuações estão ok. A Mila é facilmente ofuscada (aliás, o figurino e as cenas de ação dela não tem diferença nenhuma entre as cenas de ação da Tris em Divergente.) pelo Channing, mesmo que ele tenha usado uma mesma expressão facial o filme inteiro, e eu ainda não me decidi se isso combina com o personagem ou não. As cenas que ele contracena com o Sean Bean são ótimas, por mais que sejam poucas. Mesmo assim, é fácil perceber que foi muito bom o Channing ter aceitado o papel, pois vemos que ele é bem eclético para atuar em diversos gêneros e não fazer feito.
 Outra coisa que contribuiu bastante na atuação do Channing Tatum e do Sean Bean foi a coreografia das lutas, que ficaram muito boas. A atuação que eu menos gostei foi a do Eddie Redmayne (o-cara-que-ganhou-o-Globo-de-Ouro-e-o-Oscar-de-Melhor-Ator), ele não fez praticamente nada para um personagem que poderia ser tão bem explorado quanto o dele, e aquela voz suga-ar não ajudou em nada

 O roteiro ficou bom também, e foram adicionadas certas doses (poucas, felizmente) de comédia que serviram principalmente para mostrar o quanto a Jupiter estava perdida em toda essa situação. Mas o pior erro do roteiro foi o romance que só ficou um pouco aceitável por ser bonitinho e por ter algumas sacadas de comédias legais, mas ele simplesmente caiu de paraquedas, de uma cena para outra os personagens estavam se declarando um para o outro e a confusão foi geral.
E além do romance-cai-de-paraquedas, existem os personagens-que-aparatam. Muitos personagens trocaram de lado de uma hora para a outro, e também sumiram, sendo que poderiam facilmente ter permanecido na história. Esse foi, com certeza, o pior erro em toda a produção do filme.

 O que eu citaria como ponto forte é a mitologia criada. Percebemos uma grande pesquisa, pois a mitologia é, basicamente, genética. E, do jeito que eles falam dessa mitologia do filme, eu admito que vou ficar extremamente chateado se o filme não tiver nenhuma continuação (sem a Mila Kunis, por favor!), nem que seja um prequel ou uma história totalmente diferente.

 Por mais que ele seja cheio de ação, existe um jogo político, que poderia ser muito melhor e muito bem mais bem explorado, mas do jeito que está, até que eu gostei. No momento, acredito que ele ficou em um nível baixo para uma possível continuação.

É isso. Um filme que não deve ser levado a sério, não deve ser visto com grandes expectativas. Pois bem, sempre dizem que os Wachowski Brothers ficaram amaldiçoados após Matrix…

(Especial Oscar) Julianne Moore faz filme praticamente sozinha em Para Sempre Alice (Still Alice)

Com essas críticas especiais do Oscar 2015, descobrimos que

1) Lucena tem preguiça de perguntar quando é o Oscar

2) Lucena acha que o Oscar é em Março. Ou Maio

3) Lucena percebe que o Oscar é na semana seguinte, quando só assistiu três filmes indicados e que está de viajem e não conseguiria assistir nenhum dos outros filmes e muito menos fazer a crítica sobre eles.

Prometo melhorar no ano que vem.

Mas até que eu gostei do Oscar desse ano. Como sabem, meu filme favorito do ano passado ganhou quatro Oscars (Birdman ❤ ).

Para Sempre Alice/ Still Alice – Melhor Atriz (Indicada e vencedora)

 

119590.jpg-r_160_240-b_1_D6D6D6-f_jpg-q_x-xxyxx Para Sempre Alice/Still Alice

Direção e roteiro por: Richard Glatzer, Wash Westmoreland

Produção: Pamela Koffler e Christine Vachon

Elenco: Julianne Moore (Alice), Alec Baldwin (Dr. John), Kristen Stewart (Lydia), Kate Bosworth (Anna), Shane McRae (Charlie), Hunter Parrish (Tom)

Inspirado no romance de Lisa Genova

A Dra. Alice Howland (Julianne Moore) é uma renomada professora de linguistica. Aos poucos, ela começa a esquecer certas palavras e se perder pelas ruas de Manhattan. Ela é diagnosticada com Alzheimer. A doença coloca em prova a a força de sua família. Enquanto a relação de Alice com o marido, John (Alec Baldwinse), fragiliza, ela e a filha Lydia  (Kristen Stewart) se aproximam.

 

Sim, meus caros. Durante a pesquisa sobre sinopse, elenco, direção, roteiro e produção, acabo descobrindo que o filme é baseado em um livro já lançado no Brasil! Se eu quero o livro? Óbvio.

Já que o filme ganhou Oscar de Melhor Atriz, eu vou começar falando disso. A Julianne Moore tá incrível no papel da Alice. O Oscar foi mais para o “conjunto da obra” da atriz, mas isso não significa que ele esteja ruim no filme. Toda a angústia, sofrimento e confusão que o personagem sente é facilmente e bem interpretado pela atriz. A atuação poderosa da atriz, junto com uma edição muito boa e um roteiro tão bom quanto com certeza foram o grande atrativo para a conquista do prêmio.

Infelizmente, eu não posso falar isso do resto do elenco. Mesmo o filme sendo praticamente em primeiro pessoa pela Alice, há algumas outras cenas com os outros personagens, que são cenas completamente apagadas. Nenhum outro personagem se destaca durante o filme, é como se fosse o primeiro filme de todos os atores, como se eles estivessem fazendo isso filme por fazer, não por se dedicaram e darem o melhor de si mesmos. Isso deixou o filme até que chatinho, e por causa disso, eu digo que se tivesse qualquer outra atriz no papel da Alice, o filme só teria um roteiro e edição bons, mas com uma péssima atuação. A Julianne Moore fez o filme praticamente sozinha, levando o filme inteiro nas costas.

Como eu disse, o roteiro está bom. Tem diversos discursos e frases de efeito, que enfatizam bastante os pensamentos da personagem em quanto á isso, sem nenhum tipo de pudor, tanto que em até certo momento, ela diz que “prefere ter câncer a alzheimer”. Mas, mesmo com esses momentos que ele se mostra bom, ele também cortou o clima em certa cena no final que nós aguardamos o filme inteiro. Era uma cena de prender a respiração, muita tensão, até que ele esse clima é totalmente cortado por uma coisa até que mesquinha, como se eles fizessem a cena e de última hora eles tivessem desistido disso e estivessem sem tempo de revisar o roteiro e colocaram a primeira coisa que eles pensaram na hora.

A edição ficou muito bem feita, com vários momentos feitos justamente para nós sentirmos na pele a confusão que a personagem sente, como na cenas em que ela vai ao banheiro e no fato de, conforme o alzheimer aumenta, simplesmente aparece uma praia atrás da casa. Junto com a atuação incrível da Julianne Moore, esses momentos mostraram que não só de falas se constrói um personagem.

 

E é isso! Infelizmente, nesse post não terá a tão famosa -Sessão Spoiler-, pois não me lembro de nenhuma cena que seja spoiler e que eu possa falar a respeito. A não ser, é claro, que eu falar “eu gostaria que, no pôster, tivesse uma borboleta” for spoiler.

Até mais! o/

Crítica: Especial Oscar! Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância) – dirigido por Alejandro González Iñárritu

Sim, agora todo sábado teremos uma crítica de um filme que está sendo indicado ao Oscar! Acho que não conseguirei assistir todos, mas se caso acontecer de eu conseguir ver todos, com certeza não vai ser possível postar as críticas deles até a cerimônia do Oscar, então, talvez eu poste de domingo.

 

Birdmanposter Birdman, ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)

Dirigido, escrito e produzido por Alejandro González Iñárritu

Elenco: Michael Keaton (Riggan Thomson), Edward Norton (Mike Shiner), Emma Stone (Sam Thomson), Naomy Watts (Lesley), Zach Galifianakis (Jake), Andrea Riseborough (Laura), Amy Ryan (Sylvia Thomson), Lindsay Duncan (Tabitha Dickinson), Merrit Wever (Annie), Jeremy Shamo (Ralph)

No passado, Riggan Thomson (Michael Keaton) fez muito sucesso interpretando o Birdman, um super-herói que se tornou um ícone cultural. Entretanto, desde que se recusou a estrelar o quarto filme com o personagem sua carreira começou a decair. Em busca da fama perdida e também do reconhecimento como ator, ele decide dirigir, roteirizar e estrelar a adaptação de um texto consagrado para a Broadway. Entretanto, em meio aos ensaios com o elenco formado por Mike Shiner (Edward Norton), Lesley (Naomi Watts) e Laura (Andrea Riseborough), Riggan precisa lidar com seu agente Brandon (Zach Galifianakis) e ainda uma estranha voz que insiste em permanecer em sua mente.

 

Birdman é uma das maiores apostas do Oscar, sendo indicado a 9 categorias (5 artísticas e 4 técnicas), junto com Grande Hotel Budapeste, com o mesmo número de indicações. E eu digo: todas as indicações que Birdman recebeu foram dignas. O filme é incrível.

Ele é gravado como se fosse um take único. Existem cortes durante o filme sim, mas são poucos e tão bem disfarçados que realmente é melhor nem gastar seu tempo procurando-os. Graças á isso, os takes são enormes e exigem bem mais dedicação e concentração dos atores, mas isso não de mostra problema, pois em momento algum a atuação de ninguém falha.

O Michael Keaton está incrível no papel de Riggan, pois durante o filme inteiro ele tem que assumir diversos papéis: do pai que não sabe o que fazer com a família, do personagem da própria peça, do artista que tem que lidar com a crítica, do diretor da peça, do fracassado, e claro, do próprio Birdman. Ele muda de faceta muito rápido, sendo que em algumas cenas ele tem que interpretar mais de uma faceta, e como dito anteriormente, ele não falha em momento algum.

O livro é, ao mesmo tempo, uma crítica e uma homenagem. Enquanto ela é uma homenagem ao cinema e ao teatro, ela é uma crítica ao público, que muitas vezes pode não entender o que está acontecendo no palco (sério, tem uma cena que minha vontade foi de entrar no filme e gritar “SEUS BURROS, SÉRIO QUE VOCÊS ACHAM ISSO?”), aos atores que se sentem apenas por ter talento e uma grande carreira, á crítica que só está interessada em si mesmo, a indústria e o público que acaba transformando atores em “atores-de-um-filme-só” (um fato interessante: o Michael Keaton fez o Batman, e depois de terminar os filmes, deu uma desaparecida. A mesma coisa que o Riggan Thomson, personagem que ele interpreta) e de todos esquecerem de que os atores, por trás da atuação, dos palcos e das câmeras, tem uma vida.

A mixagem de som também está excelente, tendo até alguns momentos icônicos, em que nós ouvimos uma bateria, e então o músico aparece tocando, e em certo momento, o protagonista até pede para ele parar de tocar, o que me lembrou muito os desenhos animados da década de 1990~2000, mas não sei se foi proposital ou não.

A única coisa ruim do filme é que o final nunca chega. Você acha que agora acaba, mas ai tem mais meia hora. Ai finalmente chega a cena final, e tem mais quinze minutos. E então, finalmente acaba. Mesmo o filme sendo incrível, isso incomoda um pouco.

Muita gente provavelmente não entendeu o final, então, aqui na sessão -Spoiler- eu irei falar um pouquinho mais sobre ele. Mas o filme é incrível, principalmente para quem vê um pouco dos bastidores desse mundo (do teatro e do cinema), o que torna o filme incrível. Me arrisco a dizer, mas ele é a minha maior aposta no Oscar, ao lado de Boyhood. (E, super injustamente, Birdman não foi indicado como Melhor Edição)

Categorias:

Melhor Filme

Melhor Ator (Michael Keaton)

Melhor Atriz Coadjuvante (Emma Stone)

Melhor Ator Coadjuvante (Edward Norton)

Melhor Diretor (Alejandro González Iñárritu)

Melhor Roteiro Original (Alejandro G. Iñarritu, Nicolás Giacobone, Alexander Dinelaris, Jr. e Armando Bo)

Melhor Direção de Fotografia (Emmanuel Lubezki)

Melhor Edição de Som

Melhor Mixagem de Som

E é isso. Até a próxima o/

 

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