Dez Coisas Que Aprendi Sobre o Amor

Olá! Como tem acontecido nos últimos meses, a editora Novo Conceito entrou em contato com os blogueiros que se cadastraram para serem blogueiros e mandou outra prova de um livro deles, com promessa de mandarem um exemplar para quem fizer uma resenha sobre. O livro da vez é Dez Coisas Que Aprendi Sobre o Amor, livro de estréia da Sarah Butler!

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Logo de cara, admito que não me senti atraído pelo livro. Julgando pela capa, ela é muito forçada.

Mas o que importa mesmo é a história, certo? Diferente de A Mais Pura Verdade, que me senti imerso no livro logo no release, e em A Playlist de Hayden, que meu deixou curioso, essa prova não me apresentou nada de novo. Somos apresentados a duas histórias, e simplesmente não entendi nada de nenhuma das duas. Sim, eu entendi o que estava acontecendo, mas aí eu pergunto: para que estão me contando isso? Qual a finalidade, aliás? Diferente dos dois últimos livros, que os começos já deixavam claro sobre o que o livro se tratava, aqui nós ficamos totalmente desnorteados com esse começo.

Mas, é muito difícil julgar um livro lendo menos que 50 páginas dele. Vamos ver o que vem pela frente, não é?

 

Aliás, para deixar os blogueiros e os leitores no clima do livro, a NC nos convidou a listar 10 coisas que nós aprendemos com o amor, num gesto parecido com o que tem no começo de cada capítulo do livro. E aqui está tudo que eu já aprendi com o amor.

 

1) O amor não vê tempo. Você pode amar mais uma pessoa que você conhece a um dia do que uma que você conhece a três anos.

2) Sim, você realmente se supera em nome do amor.

3) Infelizmente, amar uma pessoa nem sempre é o suficiente para fazer o bem á ela.

4) A chama do amor pode diminuir, mas raramente é completamente apagada.

5) Muitas vezes, o amor nos faz ver pessoas como seres milagrosos, mas isso é uma mentira.

6) Nosso próprio coração gosta de sofrer por amor.

7) Não é preciso conhecer pessoalmente para amar.

8) Não dá para falar motivos pelo qual amamos alguém, um animal ou alguma coisa.

9) Amor e ódio são as duas emoções principais, o resto é derivado delas.

10) Pode ser mais difícil transmitir amor, mas no final, a sensação é muitíssimo melhor.

 

E isso são apenas dez coisas que eu aprendi com o amor. Lista aí nos comentários dez coisas que você aprendeu com o amor! 🙂

Até mais o/

Prova: A Playlist de Hayden, de Michelle Falkoff

 

Olá! Sinto muito por não ter postado nada no sabado, mas eu estou tão ocupado com essa novidade (que eu prometo que no sábado eu digo o que é) que nem tempo para ver filme eu tenho.

Aliás, a NC me mandou outra prova de livro, mas o meu exemplar de A Mais Pura Verdade ainda não chegou, sendo que de diversos outros blogueiros já chegaram…

 

 

 

a-playlist-de-hayden_capa4_1  A Playlist de Hayden (Playlist for the Dead)

Michelle Falkoff, 2015

Editora Novo Conceito

Depois da morte de seu amigo, Sam parece um fantasma vagando pelos corredores da escola o que não é muito diferente de antes. Ele sabe que tem que aceitar o que Hayden fez, mas se culpa pelo que aconteceu e não consegue mudar o que sente.
Enquanto ouve música por música da lista deixada por Hayden, Sam tenta descobrir o que exatamente aconteceu naquela noite. E, quanto mais ele ouve e reflete sobre o passado, mais segredos descobre sobre seu amigo e sobre a vida que ele levava.
A PLAYLIST DE HAYDEN é uma história inquietante sobre perda, raiva, superação e bullying. Acima de tudo, sobre encontrar esperança quando essa parte parece ser a mais difícil.

O livro já começa de uma maneira não muito legal. O prólogo poderia ter ficado muito mais emocionante. Eu estava quase chorando, quando ele repentinamente acabou e cortou de uma forma muito desagradável o clima.

Tudo ocorre bem até uma personagem, Astrid, aparecer. N ahora que eu li o nome dela, eu sabia exatamente qual seria o papel dela no livro. Ela vai dar algumas coisas sobre o Hayden e vai formar um par romântico com o Sam. Pelo menos, eu to rezando para que a seugnda coisa que eu disse não vá acontecer.

A escrita da autora é boa. Cada capítulo é realmente uma música da playlist, e admito que baixei a playlist para ouvir enquanto lia. A playlist é muito boa, recomendo para qualquer pessoa que goste de rock, ou que só queria ouvir música boa mesmo.

Essas foram minhas impressões sobre o livro. Até mais!

Eu a playlist no meu canal do YouTube, que você pode conferir clicando aqui.

Prova: A Mais Pura Verdade, de Dan Gemeinhart

Nesse mês, a Editora Novo Conceito entregou para diversos blogueiros, que se inscreveram para parceria, uma prova, ou seja, os primeiros capítulos (no caso, os 6 primeiros, 95 páginas) de um livro que logo será lançado, desse livro para os mesmos falarem sua opinião. E o livro tratado aqui, A Mais Pura Verdade estará nas livrarias a partir do dia 23 de março.

a-mais-pura-verdade-frente_1 A Mais Pura Verdade

de Dan Gemeinhart, 2015

Editora Novo Conceito

Nunca é tarde demais para viver a maior aventura da nossa vida

Em todos os sentidos que interessam, Mark é uma criança normal. Ele tem um cachorro chamado Beau e uma grande amiga, Jessie. Ele gosta de fotografar e de escrever haicais em seu caderno. Seu sonho é um dia escalar uma montanha.

Mas, em certo sentido – um sentido muito importante -, Mark não tem nada a ver com as outras crianças. Mark está doente. O tipo de doença que tem a ver com hospital. Tratamento. O tipo de doença da qual algumas pessoas nunca melhoram.

Então, Mark foge. Ele sai de casa com sua máquina fotográfica, seu caderno, seu cachorro e um plano. Um plano para alcançar o topo do Monte Rainier. Nem que seja a última coisa que ele faça.

A Mais Pura Verdade é uma história preciosa e surpreende sobre grandes questões, pequenos momentos e uma jornada inacreditável.

 

Logo de cara, nos já nos vimos com um garoto de onze anos um pouco decidido sobre suas escolhas, o que mostra o personagem muito maduro que ele é. Muita gente pode falar que é exagero um personagem da idade dele ser maduro daquela maneira, mas se tem um fato, é que crianças com alguma doença “mais forte” amadurece mais rápido, e isso foi apenas um dos toques de realidade que o autor conseguiu dar (isso em menos de 50 páginas que isso é perceptível) á história.

O fato do personagem ter a doença, por mais que pareça mover a história e ser o foco principal, na verdade não é. O foco e o que move a história é justamente o desejo de chegar á montanha, a motivação de não desistir. A doença é tratada como parte do personagem, não como algo que vai mover cem por cento os rumos da história. Não é o-grandíssimo-fato-principal, e por ser um sick-lit, isso foi algo que me agradou bastante.

Mesmo eu apenas ter livro 95 páginas, o livro se mostrou excelente. O ator escreve muito bem como uma criança madura que o protagonista, como se o livro fosse mesmo uma autobiografia por parte do Mark. As primeiras páginas dão uma estranheza, mas logo nos acostumamos e a história flui rapidamente, nos prendendo com uma força descomunal. Vai demorar um (longe e demorado) mês para eu por a mão no meu exemplar deste livro, mas ele já tem lugar garantido na minha lista de final de ano dos melhores livros que eu li no ano.

Eles deixaram a prova do livro o mais fiel ao resultado final possível. A diagramação e a correção estão boas. Por ter haicais, a tradução fica complicada, e o tradutor nos deixa ciente disso. Cada capítulo é divido em duas partes: o capítulo normal e grande, que conta o que está acontecendo com o Mark em primeira pessoa, e um capítulo capítulo seguinte, sendo denominado por meio (por exemplo: capítulo 7 1/2), sempre tratando do que está acontecendo com os pais do Mark em terceira pessoa pela Jessie.

Hoje Vamos Conversar Sobre: Para Sempre, de Kim & Krickitt Carpenter

Olá! Tudo bem com vocês?

 

images Para Sempre

de Kim & Krickitt Carpenter, 2012

Editora Novo Conceito, 144 págs

 A vida que Kim e Krickitt Carpenter conheciam mudou completamente no dia 24 de novembro de 1993, dois meses após o seu casamento, quando a traseira do seu carro foi atingida por uma caminhonete que transitava em alta velocidade. Um ferimento sério na cabeça deixou Krickitt em coma por várias semanas. Quando finalmente despertou, parte da sua memória estava comprometida e ela não conseguia se lembrar de seu marido. Ela não fazia a menor ideia de quem ele era. Essencialmente, a “Krickitt” com quem Kim havia se casado morreu no acidente, e naquele momento ele precisava reconquistar a mulher que amava.

Para Sempre é uma história verdadeira sobre a reconstrução de um casamento depois de um evento traumático que poderia ter feito a maioria das pessoas desistir, mas que para eles foi a chance de um novo começo.

Para Sempre, ou The Vow, é, simplesmente, o maior romance já escrito. Sim, é uma biografia, mas foi escrito (sempre em primeira pessoa do ponto de vista do Kim) de uma maneira tão pura e tão intensa, que nós realmente conseguimos sentir tudo o que o Kim estava sentido. Além de que o livro traz uma verdadeira mensagem do que realmente significa os votos do casamento e o próprio casamento em si, por isso, recomendo lê-lo caso você esteja com dúvida se deve ou não se casar com alguém. Eu, pelo menos, farei isso.

A história realmente nos pega de vez. O Kim escreve toda hora de como Deus ajudou os dois, mas também detalha como ele mesmo estava durante todo o processo. A escrita é muito gostosa, e, juntada com o fato de ser um livro minúsculo, (infelizmente) é possível lê-lo inteiro em apenas um dia!

Esse é um livro que a beleza nele não estão nas palavras bonitas que o Kim poderia usar, pois ele só “usa palavras simples”. A escrita é super simples e fácil de entender. O livro é lindo por isso, por sua simplicidade e por todo o sentimento que o Kim sentido estar aqui, pois o livro é escrito com toda a alma do autor. Com certeza, um dos melhores livros do mundo.

A edição também é bem bonita. Os começos dos capítulos tem uma fonte bem bonita. Não sei se tem outra capa aqui no Brasil que não seja a do filme (que aliás, eu vi antes de ler o livro e digo que mentiram ao falar que “a essência da história está lá no filme, por mais da mudança” pois eles mudaram totalmente a história. Uma péssima adaptação, principalmente pelo fato do livro ser uma biografia), mas mesmo assim, é bonita.

 

Até a próxima ^^

Resenha Um Amor Para Recordar

Olá povo!Como eu disse ontem, precisava terminar essa resenha, então aí vai: Resenha Um Amor Para Recordar, do autor da Carolina do Sul Nicholas Sparks! 😉

livro-um-amor-para-recordarUm Amor Para Recordar

de Nicholas Sparks.188 pág

Novo Conceito, 2011

Se você não gosta de Nicholas Sparks, leia as outras resenhas do blog.

A Walk To Remember ou no seu título em português, Um Amor Para Recordar, é um livro de romance (avá) do esritor americano Nicholas Sparks.Ele conta a história de Landon Carter, um “playboy” da cidade de Beautfort por comer amendoins em cemitério (?) e um dos garotos mais ricos da cidade, e de Jamie Sullivan, filha do pastor batista da cidade.

Se você conhece a bela linda forma do Tio Nick, se conhecem, se apaixonam, algo acontece e depois alguém morre, você está certo!Mas para falar a verdade, não sei se alguém morre, eu fiquei com bastante dúvidas no final.

O livro é bem curtinho, com suas 188 páginas!

A diagramação conta com letras grandes, e nenhum erro de português.

E agora, falando sério, me apaixonei completamente pelo livro.Não tenho medo de admitir, mas gosto de Nicholas Sparks.A formula dele é legal, mas o melhor é a escrita dele, ele escreve MUITO bem!Os personagens são muito legais, e a Jamie é muito adorável.Como na maioria dos livros do Tio Nick, nos sempre derramamos uma lágrima ou outra, e com esse não é diferente!Em alguns capítulos, temos o ponto de vista do Landon de 17 anos e em outra, 3 se não me engano, quando ele tem 57.É bem detalhado, e posso dizer?Se o exemplar que eu li (ele é da minha irmã u.u ) fosse meu eu teria colocado em um lugar especial junto com Harry Potter e com Percy Jackson & Os Olimpianos: O Mar De Monstros, ou seja, livros de estimação! *–*

Então é isso!Todo mundo merece ler pelo menos um livrinho do nosso querido Tio Nick!Até mais pessoal!