#MLI201|Desenterrando Clássicos|Os Goonies, de James Kahn

Olá! Tudo bem com vocês?

A #MLI2015 já acabou faz dois meses E EU AINDA NÃO POSTEI TODAS AS RESENHAS. MEU DEUS.

Mas, em compensação, teve uma semana inteira que eu não consegui ler livros da minha TBR, então terça que vem vai ser A ÚLTIMA RESENHA DA #MLI2015 \O/ \O/ \O/

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Os Goonies

de James Kahn, 1985

Darkside, 237 págs

ISBN: 9 788566 636093

Com os prédios de seu bairro estando prestes a ser demolidos, o que forçará a mudança de todos os residentes do local, um grupo de garotos resolve organizar uma cerimônia de despedida do local. Quando descobrem um legítimo mapa do tesouro, capaz de torná-los ricos e evitar a destruição de suas casas, Os Goonies resolvem partir em uma grande aventura.

“Eu jamais trairei meus amigos das Docas Goon,

Juntos ficaremos até o mundo inteiro acabar,
No céu e no inferno e na guerra nuclear,
Grudados feito piche, como bons amigos iremos ficar,
No campo ou na cidade, na floresta, onde for,
Eu me declaro um companheiro Goony.”
O Juramento Goony pág. 5

 Num resultado final, o box da Darkside é maravilhoso. Seja em edição ou em história, vale mega a pena comprar ele. Mas se eu tivesse que recomendar apenas um? Com certeza seria Os Goonies. Facilmente, eu o elejo como o melhor livro que eu li dentro da minha TBR e o segundo melhor que eu li em toda a #MLI2015.

 Mas eu não comecei esse livro com todo esse amor. Na verdade, eu realmente demorei muuuito para perceber o quão bom ele era, já que o começo é extremamente maçante. Eu pensei seriamente em desistir, e não ter feito isso foi uma das melhores coisas que eu já fiz.

 O livro, por ser narrado por pré-adolescentes, tem uma escrita bem leve, que o James Kahn consegue reproduzir de uma maneira excelente. Ele é inspirado no roteiro de Chris Columbus, e mesmo eu não tendo visto o filme ainda, acredito que o roteiro deve ser muito bom ou o James que é um eximo autor ao ponto de melhorar um roteiro ruim.

 É impossível, digo, impossível não se apaixonar pelos personagens. Todos tem suas peculiaridades, desejos, defeitos e qualidades e te marcam de uma maneira diferente, realmente mostrando um certo amadurecimento mesmo com o livro se passando num curtíssimo espaço de tempo. Particularmente, eu gostei muito mais do Sloth do que das demais personagens, mas todos tem um espaço (own) no meu coração.

 A história é cheia de aventura e empolga o leitor, mesmo com um começo chato pra caramba.

 Juntando tudo, narrativa, história e personagens, é impossível ler o livro e não sentir certa nostalgia da sua infância, mesmo que você não tenha achado nenhum tesouro nem um navio pirata, e nem tenha ligação com um pirata. E é esse o fato que faz com que o livro seja totalmente amável.

 No final, o livro usa a nostálgia e um pouco de força de vontade para atrair o leitor, e é algo que vale extremamente a pena.

 Obrigado por ler até aqui!

 Mas já quero falar que provavelmente o Aprendiz vai ter algumas novidades até o final do ano, além da parceria com o Selo Lumus! Estejam preparados 😉

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